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5 filmes que você precisar ver sobre empreendedorismo

Fevereiro 19, 2018 in Blog

 

Se você está começando a sua empresa agora, sonha em começar ou apenas quer estar sempre atento as novidades sobre empreendedorismo, separamos alguns filmes que vão te ajudar nessa missão. Então já separa a pipoca, um caderno e uma caneta, e vamos aproveitar essa sessão com muito aprendizado!

Vamos ao primeiro….

Fome de poder (The founder)

https://www.youtube.com/watch?v=hpSRzLUFkN4

Se você não for fã de McDonald’s, no mínimo conhece algumas pessoas ao seu redor que são, certo? Esse filme chega para mostrar a história de Ray Kroc e como o fast food surgiu. Um ponto bastante importante, na visão profissional, é que ele mostra a tática de Growth Hacking, bastante atual e importantíssima para as startups. Mostra grandes lições de empreendedorismo de alto crescimento e impacto, além de lifestyle business.

Corre para a Netflix, hein?  

Lion

https://www.youtube.com/watch?v=oNvcE7YsxWE

Esse filme é perfeito para quem quer fugir do óbvio na hora de aprender sobre empreendedorismo dentro de um filme. Isso porque ele não é sobre um grande empreendedor. Lion conta a históra de Saroo, um menino indiano que se perdeu da família e foi adotado por australianos. O protagonista é exposto a um grande problema e simplesmente não para até conseguir resolver. Ele parte do ponto zero, e com o passar dos meses, desenvolve um plano para alcançar seu objetivo.  Lion foi bastante premiado e é inspirado em uma história real! A Netflix tem essa aula quentinha para a gente!

Coco antes de Chanel (Coco Before Chanel)

https://www.youtube.com/watch?v=ctgyhLwoQ5c

Se você não for muito ligado em roupas para,  logo de cara fazer a conexão do título com a marca, com certeza conhece o corte de cabelo, o perfume ou a bolsa. Talvez não saiba de onde vem, mas sabe que é um nome bastante importante.

Esse filme traz a história por trás da estilista Coco Chanel que revolucionou a moda. Coco permitiu que mulheres usassem roupa, até então, masculinas. Se hoje podemos usar calças e andar livremente sem um espartilho nos apertando, devemos agradecer a ela! Não é difícil imaginar que o início da carreira dela não foi nada fácil. Coco antes de Chanel é cheio de persistência e coragem. Além de trazer muitas ideias sobre empreendedorismo, mostra uma verdadeira girlboss.

Joy: o nome do sucesso

https://www.youtube.com/watch?v=jbiMQqKGTxY

Mais uma indicação de mulher empreendedora e girlboss para a lista! Esse filme conta a história real de Joy Mangano, que criou um esfregão mais prático e seguro, e depois partiu para a sua jornada de conseguir a produção e a distribuição desse produto.  Uma das suas dificuldades foi dentro de casa, sem o apoio da família. Felizmente nada impediu que Joy criasse o seu império. “O mundo não deve nada a você”, essa frase impactante é uma das grandes lições desse filme!

Walt antes do Mickey

https://www.youtube.com/watch?v=MaOZiu-hnTM

“Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.”

Essa frase é o principal aprendizado desse filme, e vamos combinar que ela já diz muito, certo? Como as melhores histórias, o final feliz só acontece depois de muita dificuldade. Walt não manteve sua criatividade e sua vontade de desenhar apenas enquanto criança. Esse desejo o seguiu por muito tempo, e logo surgiu o sonho de ter seu próprio estúdio. Até chegar na Disney, Walt precisou de muita criatividade e força de vontade para terminar essa ideia. E felizmente ele contou com o apoio da família e amigos! Corre para a Netflix que essa aula está lá.

Agora só falta escolher o final de semana e maratonar todos esses filmes com a mente bastante aberta para aprender ao máximo. Caso você queira se aprofundar ainda mais nos ensinamentos de empreendedorismo, a Mastertech, escola de habilidades do século XXI que transforma pessoas através de cursos imersivos, está com várias inscrições abertas na área de negócios.

Como aumentamos em 88,4% o número de Oportunidades de Venda (MQL) em SaaS via Facebook Ads.

Fevereiro 6, 2018 in Blog

*Antes de começar a ler, uma observação: Este texto tem algumas coisas específicas, nível mais intermediário, então se você nunca trabalhou com FacebookAds ou Inbound Mkt, este artigo não é para você.
Mas se quiser ler, 
PODE! hahaha

Uma das desvantagens do FacebookAds, ao meu ver, é o tal do botão impulsionar. Qualquer Zé Ruela consegue criar um anúncio em 3 minutos e assim, acaba banalizando essa ferramenta que pra mim é maravigold (se você não entendeu o termo, clica aqui hahah).

Qualquer um pode se dizer ~especialista de marketing digital~ hoje, né? Sabe mexer no Facebook e já fez um anúncio, já acha que tem o título impresso e pendurado na parede:

Mas não é BEM assim. Espero que você que está lendo, saiba disso.

Um dos objetivos principais de qualquer anúncio, é gerar venda, certo?
Você investe, para as pessoas te conhecerem ou conhecerem o seu produto/serviço, comprarem algo e você lucrar. Matemática básica.

Não é diferente aqui na empresa que trabalho. Somos uma startup de SaaS que gera vendas exclusivamente por Inbound (marketing e sales). Então o investimento em mídia tem que gerar algo em troca. No nosso caso do Marketing, Oportunidades (ou leads qualificados/MQL — Marketing Qualified Leads) pro time de vendas trabalhar e conseguir ativá-los como clientes.

Uma das ferramentas/plataformas que utilizamos, para gerar as Oportunidades, é o FacebookAds. Vou focar nela neste texto. Por lá, criamos campanhas com objetivos diferentes para todos os estágios do Funil de Marketing e fomos evoluindo a estratégia ao longo do ano para conseguir otimizar o nosso trabalho. Vou te contar como.

Como você pode ver abaixo, em Fevereiro/17, apenas 21 opps com origem em Facebook Ads foram geradas por meio de campanhas. Acabamos o ano com 180 opps (com um pico de 209 em Nov/17). Um aumento de 88,4%.

Oportunidades gerados exclusivamente por FacebookAds — (Não inseri Janeiro na análise pois estávamos com problemas de trackeamento que foi resolvido em Fev/17.)

Analisando, identifiquei que haviam 03 ações que fazíamos em Fevereiro que atrapalharam bastante o desempenho. Assim que alteramos a estratégia, vieram os resultados.

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Primeira Ação: Fazer muitos anúncios, para a mesma base, ao mesmo tempo.
Segunda Ação: Criar novas campanhas semanalmente.
Terceira Ação: Não usar lista de contatos/leads do jeito correto

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Em Março, quando alteramos essas três ações, os resultados começaram a melhorar. Aumentamos 71,7% o número de Opps em relação a Fevereiro.

Para encurtar o assunto, vou separar as pequenas ações em dicas. Todas foram executadas e os números (%) são reais. Ou seja, se está dando certo pra nós, pode dar pra você também.

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DICA 1: Utilize as Conversões Personalizadas e Públicos Personalizados

Conversões Personalizadas

Pode parecer básico (e é mesmo), mas tem muita gente que não utiliza da forma que deve ser. Pra isso você precisa inserir o Pixel no seu site e criar as conversões de acordo com a URL.

Por exemplo: nós trabalhamos basicamente com duas conversões.

1- Download de Material Rico (ativa a conversão sempre que o usuário chega na página de agradecimento/após preencher o formulário)
2- Cadastro LP — Conversão em Trial (ativa a conversão sempre que o usuário chega na página após o cadastro)

Nós usamos essas constantemente, e pontualmente criamos outras com outros objetivos, quando convém. Crie as suas a partir dos seus objetivos. A ideia aqui é só passar pra você o raciocínio.

Pra saber como configurar as conversões na sua conta, clique aqui.

Públicos Personalizados

Se você utiliza algum Software de Automação, como o RD Station, Hubspot ou outro e, de alguma forma, já consegue dividir seus Leads em Etapas de Funil, use isso a seu favor.

Exporte listas de Topo, Meio e Fundo, Pessoas que já testaram, mas não contrataram etc, e importe essas listas de forma inteligente nas suas campanhas (próxima dica).

Use também a opção de gerar listas através do acesso ao seu site e landing pages. Basicamente como funciona o remarketing. Pessoas que acessaram um artigo sobre Como decorar com móveis de madeira, tem mais interesse em comprar um Curso de Carpintaria DIY, por exemplo.

Aproveite os dados que você já tem, pra melhorar seus resultados.

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DICA 2: Separe suas campanhas por estágio do seu Funil

Depois de ter executado a DICA 1, agora você terá condições de começar a executar a 2.

Nas campanhas de Topo:
Priorize buscar novos visitantes pro seu site. A ideia é publicar conteúdos de TOPO e criar Lookalikes (Públicos Semelhantes) da sua Base de Leads ou de pessoas que estão na Etapa de Aprendizagem e Descoberta do seu Funil. Dessa forma o Facebook vai buscar pessoas com o mesmo perfil daquelas que já conhecem a sua empresa e apresentar seu anúncio à elas.

DICA PLUS: Públicos Lookalike geralmente são muito grandes. Pra refinar mais o alcance utilize a segmentação por Direcionamento detalhado, como na imagem abaixo e além disso, limite seu Público para por exemplo: tem interesse em Madeira, e DEVE TAMBÉM ter interesse em cadeiras. Ou seja, Facebook vai buscar os usuários que demonstraram interesse nesses 2 critérios juntos. Isso limita o seu público e você consegue acertar mais. Isso faz muita diferença.

Direcionamento detalhado — FacebookAds

Nas campanhas de Meio:
Aqui a prioridade é trabalhar as pessoas que já estão no seu Funil ou que acessam conteúdos que façam parte dessa Etapa de Meio.

Importe as listas de leads que já estão um pouco nutridos, (já conhecem a sua marca) que estejam na Etapa de Reconhecimento do Problema para o Facebook e comece a segmentar campanhas com esse tipo de conteúdo para eles.

A ideia é criar campanhas com materiais ricos e artigos mais específicos sobre as dores dos Leads e nutrí-los ainda mais, afim de incentivá-los a reconhecer que eles tem um problema e começar a entender como eles podem resolvê-lo (seu produto).

Nas campanhas de Fundo:
Aqui a dica é bem simples: selecione os leads mais nutridos da sua base, com perfil (MQL) que ainda não converteram, importe na ferramenta e ofereça um TRIAL para eles no Facebook. Tenha cuidado com sua Landing Page, ela deve ser simples e direta.

IMPORTANTE: Você já deve saber disso, mas já cometemos o erro de priorizar as campanhas de Fundo e “negligenciamos” as de Topo e isso acabou não dando muito certo. Começamos a criar um gargalo nas primeiras etapas do nosso Funil e demoramos um tempinho pra reverter essa situação. Você precisa de gente nova entrando no seu Funil diariamente para a roda girar. #ficaadica

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DICA 3: Faça Testes A/B

Teste A/B nativo em campanhas de Facebook é relativamente uma função nova na ferramenta. O Facebook te dá algumas opções de variável para teste como:

1-Criativo
2-Otimização de Veiculação
3-Público
4- Posicionamento

Em nossos testes tivemos uma diminuição de cerca de 42,3% no custo da conversão em Trial em campanhas de Teste A/B comparando com campanhas de Conversão normais. Nesse caso, a variável que testamos era de Público. Dessa forma você pode tentar entender se Listas de Clientes exportadas do RD Station convertem mais do que um Público Personalizado por acesso ao site (remarketing), por exemplo.

DICA PLUS: Fazer teste A/B de criativo com carrossel para Materiais Ricos costuma dar resultados bons. Em nossos testes conseguimos diminuir o custo de Download de ebooks em 59% 😀

É isso! Espero ter ajudado um pouquinho!

Até mais! 🙂

Texto adaptado de: Ana Clara Martins – Medium

Blockchain: a mais subversiva de todas as inovações

Janeiro 11, 2018 in Blog

O fabuloso crescimento do blockchain nos permite imaginar um futuro sem bancos, sem cartórios, sem instituições. Aterrorizantes e deslumbrantes novos tempos.

Semana passada assisti a apresentação de Don Tapscott , aqui em São Paulo, sobre blockchain, a tecnologia por trás das criptomoedas Bitcoin e Ethereum, entre outras. Don é uma das maiores autoridades mundiais do tema. É autor do livro Blockchain Revolution e criador do Blockchain Research Institute.

Sua mensagem principal é que, com o blockchain, entramos em uma nova fase da internet no mundo. A fase 1 era a rede da informação. A fase 2 é a internet do valor e da confiança. Estas seriam características inerentes da nova plataforma, que é descentralizada, segura e independente de entidades centrais que a controlem.

Confesso que admiro estes gurus anglo-saxões que criam e defendem teses inovadoras. Fazem isso com muito profissionalismo e convicção, ressaltando o poder transformador irresistível da mudança e minimizando possíveis inconvenientes. Também usam a convicção para criar empresas e modelos de negócios que provem o seu argumento.

Blockchain é, porém, uma tecnologia peculiar e misteriosa. Começa pelo fato que foi criada, em 2008, por um tal de Satoshi Nakamoto. Nunca soubemos se é uma pessoa real, um pseudônimo ou mesmo um grupo de programadores. Como sempre acontece com tais enigmas, a cada quando aparece alguma notícia sobre a sua suposta verdadeira identidade ou alguém querendo se passar por ele. Até agora continua um enigma indecifrável.

Estamos acostumados com as invenções que têm uma cara conhecida. O iPhone lembra imediatamente de um Steve Jobs mítico, vestido de jeans, tênis e camiseta preta, introduzindo o produto em apresentações memoráveis. Quando pensamos que podemos colonizar Marte e escapar desta prisão, em que estamos, chamada terra, vêm à mente imediatamente Elon Musk e a sua SpaceX

Não querer receber o crédito por uma invenção tão extraordinária indica que o criador é um rebelde que faz questão de não jogar pelas regras estabelecidas, mas sim criar um universo paralelo fora do controle de organizações e governos.

Os participantes da estrutura descentralizada que mantém o sistema íntegro são chamados de “mineiros” e o processamento dos blocos de informação de “mineração”. Imagens que remetem a submundos de exploração em minas escuras e subterrâneas. Coerente com as várias acusações de que é um ambiente propicio e infestado por criminosos e terroristas.

O Bitcoin vive seu instante celebridade pela curiosidade e volatilidade. Chegou a valer 19.300 dólares nos últimos dias, uma valorização de mais de 300% sobre o que valia no início do ano. Da mesma maneira que pode dobrar de valor em uma semana é capaz de desabar novamente em poucas horas. Outros dinheiros virtuais, como o Ethereum, foram criados e toda uma nova categoria de criptomoedas ganhou a luz do dia e o interesse de muita gente.

O que parecia uma brincadeira rebelde em 2008 virou uma febre e já não há mais quem deixe de levar a sério o enorme poder disruptivo da invenção. Bancos, governos e grandes corporações estão todos dedicando tempo e investimento ao tema.

O capitalismo recente desenvolveu uma capacidade formidável de transformar em produtos e negócios aquilo que nasceu para ser a sua negação. Nos últimos tempos eram as startups nascidas em garagens que adotavam tais ideias ousadas e destruíam criativamente mercados e corporações estabelecidas. Agora a ficha caiu para todos e as grandes organizações sabem que ninguém mais está a salvo. É um salve-se quem puder.

Blockchain é uma tecnologia que possibilita estabelecer e comprovar a “verdade” de fatos e situações que são exatos e verificáveis. A comprovação é feita, atualmente, por intermediários que são remunerados para a tarefa. O banco garante que temos saldo na conta. Os bancos centrais criam e intermediam moedas. O cartório atesta que somos proprietários de imóveis. O tribunal eleitoral declara que estamos habilitados para votar. O Detran confirma que temos licença para dirigir.

Com o blockchain os intermediários não precisam mais existir. Podemos desbancarizar, descartorizar e desintermediar todas as entidades que guardam e processam dados públicos.

Também é possível imaginar (e tem gente fazendo) um Uber sem o Uber e um AirBnB sem a plataforma e a empresa que presta o serviço. A ligação entre motoristas e usuários, entre hóspedes e donos de imóveis será feita por uma conexão, sem mediadores ou controladores, usando o blockchain. Os “mineiros” anônimos serão remunerados pela comissão que hoje pagamos à empresa.

Algumas aplicações são especialmente revolucionárias. A possiblidade de termos um prontuário médico individual, com todas as informações de tratamento, exames, diagnósticos e, porque não, o nosso próprio genoma. Propriedade do indivíduo – e não de instituições – que disponibilizaria, a seu bel prazer, para o profissional ou hospital que fosse tratá-lo em um dado instante.

Na verdade, a ideia do prontuário pode ser estendida para um vasto conjunto de informações que acumulamos em vários lugares da rede. Nossos dados de navegação, compras, fotos, vídeos etc., seriam todos armazenados em uma estrutura de blocos, privada, só controlada por nós mesmos e não pelas grandes plataformas da Web. Um sonho irreal? Pode ser, mas possível.

Outra iniciativa admirável é o projeto desenvolvido pela Microsoft e Accenture, apoiado pela ONU, para fornecer identificação legal e verificável para 1,1 bilhão de pessoas que não tem identidade oficial, no mundo. Permitirá que os refugiados sejam identificados onde estejam e tenham acesso a serviços básicos e educação.

Uma possibilidade ainda mais disruptiva (e louca) seria a mudança radical dos atuais sistemas de votação. Ao invés dos colégios e zonas eleitorais, os votantes seriam agrupados por ideias e causas. Poderíamos votar diretamente naqueles que defendessem nossos interesses e pontos de vista. Uma democracia, ao mesmo tempo, direta e representativa.

Don Tapscott, e muitos outros, estão construindo negócios para que as grandes organizações explorem todas as múltiplas oportunidades da nova tecnologia. Mas é nas aplicações sem dono, sem controle e sem centro que encontraremos o potencial mais subversivo, desestabilizador e transformador desta cadeia de blocos. Aterrorizantes e deslumbrantes novos tempos.

*Texto originalmente escrito para EXAME.com

A arte de construir novos conceitos inspirando-se em velhas ideias

Janeiro 11, 2018 in Blog

Em razão da rotina que levo, tenho a oportunidade de estar em contato diário com pessoas que me indicam “qualquer coisa” genial. Criações próprias ou de terceiros que merecem a atenção devida.

Na maioria das vezes, trata-se de ideias simples, quase “óbvias”, capazes, porém, de resolver problemas aparentemente complexos. O tipo de solução que nos leva ao questionamento inato, característico de situações como essa: “como não pensei nisso antes”?

Inquieto para saber a resposta da interrogativa acima, decidi realizar uma investigação pessoal, expandindo tal pesquisa ao nível das artes, da ciência e de acontecimentos relevantes que, de alguma forma, influenciaram a história da humanidade. Queria descobrir a matriz das ideias dos grandes personagens de todos os tempos, dedicando o meu (tempo) à tentativa de análise dessa origem.

Tal foi minha surpresa ao perceber que, de forma independente ao tempo que tais figuras viveram, a fonte de inspiração para os seus feitos geniais era sempre a mesma: o passado.

Parece loucura, mas todo o  material que utilizei para fazer esse levantamento (livros, filmes, músicas, artigos científicos), de algum modo, foi inspirado em exemplares muito parecidos produzidos anteriormente.

A combinação de informações acima pode suscitar a seguinte indagação: então, todos os grandes gênios são meros reprodutores e, de certo modo, não mereciam o reconhecimento obtido?

Na minha opinião, não.

Observemos, como exemplo, a própria maneira de perpetuação da espécie humana, a chamada reprodução sexuada. Ao contrário da maneira vegetativa, células de dois indivíduos diferentes devem se combinar para gerar um novo ser. Esse tipo de reprodução é o mais importante sob o ponto de vista evolutivo, pois reúne, em um mesmo descendente (filho), fatores originários de dois indivíduos (pai e mãe). Se para a evolução do mundo a combinação genética de duas partes diferentes se faz necessária, no mundo das ideias, outro tipo de união se faz essencial. Nada surge “do nada”.

Criação requer influência. No intuito da realização do novo, baseamo-nos no que vimos, bem como nas nossas experiências. Tais referências responsabilizam-se pelas adaptações que, muitas vezes, resultam em ideias novas.

Steve Jobs, o grande gênio inventivo de nossa época, é um bom exemplo dessa corrente de pensamento. No passado, o futuro mestre da Apple tinha aulas de caligrafia no Reed College. Segundo suas próprias palavras, ele afirma: “aprendi sobre como se faz uma boa tipografia. Dez anos mais tarde, quando criávamos o primeiro computador da Macintosh, colocamos tudo isso no Mac. É claro que era impossível conectar todos esses fatos olhando para frente naquela época. Você só consegue fazer isso quando olha para trás”.

Para enriquecer tal argumentação, tiro o foco do pensamento de uma única personalidade e o recoloco em um país inteiro. Embora a China tenha ganhado a fama (merecida) no passado de falsificar grandes marcas, entregando cópias baratas e sem qualidade de seus produtos, a realidade atual é bem diferente. Entre outros feitos, o grande país do continente asiático já é responsável pela construção do trem mais rápido do mundo, do computador mais veloz e mais avançado já fabricado e, quem diria, por uma das grifes de roupas mais desejadas (e caras) de todo o globo. O segredo para tais realizações? Eles esperam.

Eu explico.

A criação original tem o chamado custo de inovação. Em outras palavras, custa muito caro ser o primeiro. Deve-se investir milhões em pesquisas, desenvolvimento, protótipos e produção para se chegar a um produto inédito. Além dessa dificuldade, surge a realidade da cópia. O produto original , não raro, “sofre” para competir com o preço de um “similar”. Muitas vezes ser o primeiro não é bom. O segundo vai te copiar, melhorar o seu produto e, graças à tecnologia, fará isso por um preço bem inferior ao seu. Lembra da China?

Voltando à reflexão inicial, apesar da linha tênue que separa a estrutura dessas duas maneiras de se produzir ideias, enxergo uma diferenciação clara entre a cópia como instrumento de replicação e a combinação de modelos existentes, sendo adaptados e melhorados no intuito de se chegar a um resultado inédito.

Com o fim das barreiras comunicacionais é inútil ignorar o que já foi feito. Ficará atrasado aquele que não se aproveitar da quantidade de “aprendizado” que pode ser obtida na pesquisa oferecida pela mera observação de ideias prontas.

No entanto, deve-se ter na consciência que copiar um produto, serviço ou uma ideia, sem fazer qualquer alteração estrutural, com o escopo de enriquecimento, é, na linguagem popular, piratear (ou seja, crime); basear-se, porém, no pré-existente, com o intuito de aprender, analisar, copiar e transformar é dar um passo em direção à evolução.

Growth Hacking: o básico para você seguir nessa área

Janeiro 10, 2018 in Blog

Pode parecer um termo complexo, mas não precisa se assustar, talvez a área de growth hacking seja tudo que você precisa agora.

Para começar a entender esse termo vamos traduzi-lo:
Growth: crescimento
Hacking: atalho

Deu pra perceber que esse é um profissional responsável por encontrar atalhos na gestão do crescimento acelerado em empresas. Ou seja, algo muito importante no mercado.

Por onde começou?

Tudo começou com Sean Ellis, hoje CEO do Growthhackers.com, que passou a ser reconhecido como especialista em crescimento de startups, algo que chamou atenção de muita gente. Assim, ele auxiliou no projeto de desenvolvimento de diversas empresas. Para que essas empresas continuassem a crescer era preciso um profissional com conhecimento em psicologia do consumidor, tecnologia de marketing e processos. E com isso surgiu o nosso queridinho Growth Hacking.
Segundo Sean, essa é “Uma área cujo objetivo é o verdadeiro crescimento. Tudo o que é feito, deve ser examinado por seu potencial impacto sobre o crescimento escalável”. Ele escreveu um artigo fundamental para qualquer CEO: “Find a Growth Hacker for your startup”

Como está o mercado?

A busca por profissionais completos como esse está cada vez maior!

As startups precisam se reinventar para ganhar mais atenção em um mercado intensamente competitivo. Quando surge alguém capaz de levar a empresa para outra dimensão, ele passa a ser muito desejado. Essa pode ser a chance que você estava procurando para se renovar profissionalmente, não acha?

É importante saber que não são todas as empresas que estão preparadas para receber um Growth Hacker no time. Esse profissional traz consigo mudanças, incômodos e muita ação.

O que é preciso para ser um Growth Hacker?

Primeiramente seja insatisfeito com os resultados, busque além do crescimento, atalhos, melhorias, e formas mais fáceis e práticas para alcançar suas metas.

Segundo o Sean, o Growth Hacker é “uma pessoa cujo objetivo verdadeiro fosse o crescimento”.

É preciso conhecer muito bem sobre as estratégias de marketing digital. É importante saber sobre testes A/B, análises dos dados do Google Analytics, mexer em softwares de automação. Toda essa carga – e mais um pouco – contribuem para que esse profissional identifique problemas e encontre as melhores oportunidades.

O que esperar?

Esse profissional vai lidar com baixo orçamento. É importante saber usar a criatividade e a inovação para atrair grandes resultados. Nesse caso, o Marketing Digital será seu maior parceiro.

Não existe uma fórmula mágica e não pense que vai trabalhar sozinho, um bom Growth Hacker precisa de um bom time. Esse profissional está ligado ao time de produto, de atendimento, de usabilidade e de conteúdo. Ou seja, não é possível resolver todos os problema sozinho!

Com o que você vai trabalhar?

  • Social Network
  • Blogs
  • SEO/SEM
  • UX
  • Analytics
  • Marketing de Guerrilha

Ufa, acabou? Não! Essa é só uma palhinha para você se familiarizar com essa área.

Curtiu? Acha que está preparado para se aventurar na área de Growth? Você pode descobrir mais sobre o assunto com cursos e workshops para entender as melhores formar de se tornar o melhor Growth Hacker que você pode ser. A Mastertech é uma escola de habilidades do século XXI que transforma pessoas através de cursos e bootcamps imersivos e o Bootcamp de Growth Hacking é um deles. Faça sua inscrição e aprenda mais sobre essa área e como se tornar um GH.

5 Ferramentas Digitais para trabalhar com Freelancers

dezembro 11, 2017 in Blog

Não há dúvida de que cada vez mais mais profissionais estão escolhendo a vida como freelancers. Segundo o estudo Freelancing in America: 2017, os Estados Unidos já conta com  57,3 milhões de profissionais freelancers e este número não para de crescer.

Muitas empresas trabalham com freelancers porque eles fornecem conhecimentos de nicho e trabalham de forma rápida e acessível – mas o segredo aqui é que os freelancers não podem ser tratados da mesma forma que os funcionários, mesmo que se sintam essenciais para sua empresa. Por exemplo, os freelancers escolhem quando e onde eles trabalham.

Trabalhar com freelancers pode ser diferente, mas eles precisam da mesma informação que os seus funcionários para ter sucesso: boa comunicação e uma clara compreensão dos objetivos do projeto. A boa notícia é que você pode se comunicar facilmente com freelancers sobre projetos, entregas e prazos com várias ferramentas disponíveis na web.

Aqui estão cinco ferramentas que te ajudarão a garantir uma relação de trabalho bem sucedida com freelancers:

Slack: com bate-papo em grupo, mensagens diretas, pesquisa de arquivos, notificações etc, o Slack é um dos favoritos entre executivos e freelancers. Você pode adicionar instantaneamente seus freelancers aos canais necessários para que eles vejam as comunicações anteriores da sua equipe, e o imediatismo inerente do aplicativo os ajudará a sentir que fazem realmente parte do time.

Hangouts do Google: para momentos em que você precisa de uma conversa ao vivo, o Google Hangouts é o seu melhor amigo digital. Este serviço de videoconferência permite que todos se conheçam, trabalhem com idéias complicadas e provoquem um debate de brainstorming.

Trello: esta plataforma de produtividade permite que você separe várias etapas específicas de um projeto. O Trello integra aplicativos como o Slack e o Basecamp em seu fluxo de trabalho para que todos possam ver exatamente o que está sendo agendado, concluído e trabalhado em tempo real em um só lugar. Comece as discussões, faça upload de arquivos, gerencie prazos e crie listas de verificação conforme necessário.

Basecamp: perfeito para projetos grandes e pequenos, o Basecamp é ótimo para quebrar grandes projetos em listas menores de tarefas. Isso é ideal para equipes híbridas, porque você pode acompanhar quem está trabalhando em cada pequeno projeto e os itens concluídos são marcados à medida que são concluídos para que todos permaneçam na mesma página (literalmente).

Asana: O Asana é mais uma ferramenta de gerenciamento de tarefas que permite rastrear o progresso do trabalho e os resultados. É ótimo para equipes porque as tarefas estão em um só lugar.

Traduzido de: Upwork

5 dicas para criar uma landing page de sucesso

dezembro 4, 2017 in Blog

As landing pages podem ser descritas como sites de uma única página que direcionam o visitante para uma ação específica.

Seu principal objetivo é gerar leads que geralmente estão ligados a campanhas de e-mail e redes sociais e para converte-los compradores e assinantes. O processo de conversão de visitantes em leads e compradores geralmente é realizado por botões “call to action”.

Landing pages efetivas são usadas para tarefas de conversão e orientadas para venda, tais como:

  • Promoção de novos produtos
  • Listas crescentes de assinantes
  • Aumentando vendas e leads
  • Capturar informações e dados através de formulários

Veja abaixo algumas dicas sobre o que é preciso ter em mente na hora de criar uma landing page efetiva:

1- Simplicidade Visual

A simplicidade visual leva em consideração todos os elementos da interface de usuário deste tipo de página. Manter a simplicidade visual e um design minimalista é importante porque melhora o foco do visitante e ajuda a mostrar o verdadeiro propósito da página.

2- Uma boa landing page deve ser vista como uma peça de comunicação

As imagens e vídeos corretos na landing page ajudarão a persuadir os visitantes a agir e realizar uma ação. Uma ótima imagem ajuda a contar a história, demonstra o produto efetivamente e cria uma conexão pessoal com os visitantes.

3- A importância das cores

Uma pesquisa mostra que as cores são uma grande influência na nossa psicologia – na forma como nos sentimos e agimos. As paletas de cores apropriadas melhoram a interface do usuário e ajudam a orientar o comportamento dos usuários, conseqüentemente, melhorando as conversões deste tipo de página.

4- Design responsivo

Fazem alguns anos que os sites responsivos tornaram-se um padrão na indústria, e as landing pages não são uma exceção. As páginas responsivas destinam-se a fornecer o mesmo nível de experiência ao usuário em dispositivos móveis.

5- Call to Action forte

Os botões de chamada para uma ação são componentes essenciais de uma ótima landing page e atuam como o principal “porta de entrada” entre seu produto ou serviço e o usuário.

As landing pages são essencialmente sobre a aquisição e retenção de visitantes, bem como para convertê-los em compradores e assinantes, e atualmente são uma das ferramentas mais populares que os comerciantes usam para reunir leads.

O uso de várias técnicas de marketing e design pode ter um poderoso impacto na participação dos usuários. As técnicas de design e os princípios de psicologia descritos neste artigo são respaldados por dados reais e comprovadamente garantem uma página de destino efetiva, de alta conversão e orientada para resultados.


Traduzido de: Toptal

A atuação de startups em mercados menores

novembro 28, 2017 in Blog

Startups atingem diferentes camadas do mercado e dão preferências para atuação em nichos.

Resolver problemas e sanar necessidades são o combustível para as startups, independentemente do tamanho do resultado, contanto que seja relevante.

Pequenos mercados permitem caminhos diferentes e ousados. A escala de erros e acertos permite que os riscos presentes nos nichos sejam mais atenuados para startups.

As possibilidades na construção de modelos de negócios são o desafio para startups que optam por mercados menores.

 

Diferentes necessidades, ótimas oportunidades

O efeito cauda longa atinge também os modelos de negócio. As startups que optam pela atuação em nichos podem desbravar cenários ainda inéditos.

As oportunidades podem começar também em locais afastados e quadro específicos, como nas pequenas cidades. Municípios podem apresentar oportunidades de negócios melhores que mercados urbanos para empresas de tecnologia e automação, por exemplo.

Os desafios podem começar pelo acesso a internet e compreensão limitada sobre o uso da tecnologia, mas é justamente onde as startups podem agir.

Logística, avanço e integração são possíveis com planejamento e reconhecimento das oportunidades.

Startups que optam por nichos e locais distantes dos centros de inovação estão encontrando, além de oportunidade, benefícios e economia.

Porém, mesmo com riscos “menores”, os esforços exigem dedicação e investimento para o avanço.

 

Diferenciais e desafios

Estar presente em locais ainda não descobertos é a possibilidade de dominar um mercado ou uma especialidade.

As startups invadem todas as esferas e ecossistemas, mas indo às margens daquilo que é visto como “oportunidade” é possível moldar caminhos e vencer desafios.

Sem tanta competitividade, os passos podem ser mais lentos ou custosos, mas abrir o caminho é tornar-se pioneiro e líder de mercado.

No exterior, é possível observar ideias inovadoras que surgem de diferentes pontos de vista. Já no Brasil é possível atender grandes clientes e demandas em mercados pouco ou nada explorados como no campo.

Os mercados menores também já percebem a necessidade de novas tecnologias e muitas empresas estão dispostas a investir em melhorias para desfrutar  dos benefícios no futuro.

Muito melhor do que brigar por espaço onde modelos de negócios e estratégias já ocupam espaço, faça com que sua startup se torne referência num nicho ainda não conhecido.

 

Por que um nicho e não grandes mercados?

Os grandes mercados têm grandes concorrentes que são bem conhecidos, têm muitos clientes, reputação e confiabilidade.

Entrar em mercados com grandes nomes ou startups que já estão avançando, exige investimento maior e a luta para se destacar em meio a tantos negócios. Portanto, como se posicionar contra os grandes? Um preço mais barato? Mais recursos? Apresentar o real valor vai além dessas decisões.

Investidores e clientes já sabem quais são as melhores startups e projetos nos mercados com toda atenção. Mas os nichos seguem surpreendendo que busca empreender em inovação.

Além de atenção de prospects, os custos com publicidade, relações públicas e marketing são proporcionais ao tamanho do seu mercado e divulgação.

Tudo caminhará para o tamanho do negócio, mas não significando menor crescimento ou retorno financeiro.

Pensar em mercados menores permite desenvolver produtos e serviços muito mais assertivos por atender necessidades e desejos de um público menor e mais afinado em suas preferências.

 

Apenas o começo

Grandes empresas como Facebook e Tesla começaram seus projetos atendendo necessidades para um público limitado, seja para universitários ou criação de carros elétricos, tornando-se verdadeiras potências em mercados gigantes.

Observe seus concorrentes e público de interesse para saber com quem e para quem irá trabalhar. A partir disso, o benchmarking é essencial para conhecer que já está em seu nicho de atuação.

A definição da concorrência esclarece quem serão seus clientes por meio das lacunas existentes no mercado. A regra é não buscar atender a todos, mas atender ao público que é de interesse com a visão do seu modelo de negócio.

Respeitar a essência de sua startup e inovação é o que move projetos e ideais para crescimento.

 

Faça sua startup acontecer com uma boa equipe

Startups buscam os melhores profissionais do mercado prontos para se adaptar ao avanço e desenvolvimento do negócio e seus projetos.

A partir disso, muitas empresas optam por contratar profissionais freelancers por suas habilidades relevantes no mercado e experiências.

Grandes profissionais do mercado são especialistas em suas áreas e trabalham de acordo com a identificação com projeto e cliente, o que chama atenção para as startups.

Com a Crowd, plataforma de freelancers, é possível buscar por profissionais de comunicação e tecnologia entre os mais de 6 mil portfólios cadastrados com profissionais de todos o mundo.
É possível realizar tudo em um só lugar a partir da busca pelo profissional até o pagamento do trabalho de forma descomplicada. Conheça nossa plataforma e traga seus projetos para a Crowd!

As habilidades mais buscadas por startups

novembro 21, 2017 in Blog

Startups estão de olho não apenas em bons profissionais, mas habilidades específicas. Saiba como se preparar para estes clientes.

Encontrar profissionais talentosos pode ser um desafio para as startups. Por isso, tantas têm optado pelo relacionamento com freelancers para trabalhar com bons especialistas.

As empresas buscam qualidade, mas sem impostos e salários astronômicos, o que abre possibilidades para a contratação de freelancers com valores justos e trabalho de qualidade.

Trabalhar com startups é a busca de muitos freelancers pela oportunidade de contribuir com projetos inovadores e seus desafios. As necessidades são muitas e as chances também.

Mas como se preparar para esses clientes? Quais as habilidades mais buscadas nesses modelos de negócio? Veja nossas dicas a seguir.

 

Links Patrocinados e SEO

Em pouco tempo, estar presente em mecanismos de busca da internet tornou-se parte da estratégia das empresas. Mas essa otimização isso não pode ser feita de maneira intuitiva, mas sim planejada.

Um site bem feito precisa de audiência, e a audiência só é possível com bom SEO e anúncios. Startups precisam desse  serviço mais do que qualquer outra empresa para ser encontrada e vista como referência em seu segmento.

Seja na análise de dados, ajustes de campanhas, taxas de conversão, tudo é importante na momento de otimizar esses resultados para uma startup. O empenho deve ser o mesmo para a forma paga e orgânica, que permitem o aumento da presença da empresa na web de forma relevante. Isso torna a busca por especialistas em SEO e Links Patrocinados um dos serviços essenciais para uma boa comunicação.

 

Produção de Conteúdo

O excelente conteúdo é uma obrigação para as startups que querem criar credibilidade para seus negócios e atrair potenciais clientes.

Aliado a otimização de mecanismos de busca, a produção de conteúdo é o que dá forma a identidade de uma startup e relacionamento com seu público de interesse.

A definição de canais de comunicação de acordo com o planejamento estratégico permite a definição do conteúdo.

A produção de conteúdo abraça diferentes profissionais, pois pode ser desenvolvida de várias formas. De vídeos para Youtube ao gif na publicação do Facebook, múltiplos freelancers fazem parte deste trabalho.

Designers, redatores, editores e programadores ajustam ideias e tornam real o conteúdo que irá alcançar o público da startup. E, com diferentes linguagens, diferentes profissionais podem fazer parte do projeto aumentando a gama de contratação e realização.

 

Growth Hacking

Habilidades analíticas para definição das estratégias de marketing e suas ferramentas são fundamentais.

Seja para o e-mail marketing, aumento de leads e demais experimentos, o Growth Hacking é o que ajuda a definir o espaço da startup no mercado e oportunidades relevantes para o negócio de forma orgânica e sem prejudicar seu planejamento.

Especialistas em Marketing Digital sabem qual caminho percorrer no que se trata de Growth Hacking. Ajude startups a explorar oportunidades, projetar e acompanhar conversões por meio do marketing.

 

Design Gráfico

A identidade da startup deve estar em cada parte do planejamento de comunicação e sua execução. O papel do designer é dar vida às informações elucidadas no modelo de negócio e alcançar os stakeholders.

O olho do designer caminhas por diversas etapas e projetos dentro de uma startup. Portanto, é possível buscar especialização, para atender mais clientes e de uma forma mais eficiente. Vá além de logos e redes sociais, entenda mais sobre estratégias de marketing, relações públicas e desenvolve uma comunicação integrada por meio do design.

 

Programação e desenvolvimento

Os desenvolvedores são as contratações mais procuradas em todas as startups. Nenhuma das habilidades anteriores caminham sem o desenvolvimento e programação de interfaces e plataformas compatíveis com as estratégias.

Mas como ganhar destaque em meio aos especialistas do mercado? Apresentando inovação por meio do conhecimento das principais tecnologias.

Mais do que tudo, as startups querem pessoas que tenham a capacidade de fazer as coisas e criar um impulso para o negócio em seu mercado de atuação.

Profissionais especialistas ganham visibilidade e a fidelidade dos clientes, principalmente startups que sempre buscam inovar em cada etapa do negócio e planejamento.

Agora é a hora de atualizar o seu portfólio na plataforma da Crowd para chamar a atenção dos novos clientes por meio de suas habilidades! Ainda não tem? Então acesse já nossa plataforma e faça parte da rede de freelancers que mais cresce no mercado!

Como cursos profissionais com especialistas podem acelerar a carreira

novembro 21, 2017 in Blog

Segundo dados do IBGE, o número de desempregados no Brasil de maio a julho de 2017 foi de 13,3 milhões de pessoas, representando 12,8% da população. Esse cenário representa o quanto a crise tem afetado o mercado de trabalho e as empresas têm exigido cada vez mais de seus funcionários.

Pessoas mais qualificadas e preparadas para lidar com o trabalho saem na frente e acabam crescendo dentro das organizações. Por isso a importância de estudar sempre, tanto para quem quer entrar no mercado agora, quanto para quem já está trabalhando, mas busca por novas oportunidades profissionais com maiores salários e benefícios.

Em uma pesquisa intitulada “Você no Mercado de Trabalho”, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apurou que para cada ano de estudo a mais, o brasileiro ganha um aumento médio de 15,07% em seu salário. E não se trata só de aumentos de salário. A Fundação também observou que esse mesmo um ano de estudo equivale a um aumento de 3,38% nas chances de o brasileiro ocupar uma nova função no mercado de trabalho.

Pensando nessa situação e na necessidade de trazer pessoas mais capacitadas para atuar em setores carentes de bons profissionais, nasceram diversas escolas que oferecem cursos profissionais com especialistas em atividades específicas. Essa espécie de curso técnico que está surgindo hoje em diversos formatos é muitas vezes mais efetiva do que cursar uma faculdade.

Por que fazer cursos profissionais com especialistas?

Por que escolher fazer um curso profissional diferente dos moldes tradicionais no lugar de especializações, graduações, mestrados ou MBA’s? Aqui vão alguns dos motivos que podem te levar a escolher essa alternativa.

São focados em uma atividade específica

Fazer um curso com uma pessoa especializada quer dizer que você poderá escolher exatamente aquilo que quer ou precisa aprender para sua carreira e receber o conhecimento aprofundado daquele tema específico.

Esses cursos profissionais livres oferecem aulas de arquitetura, tecnologia, comunicação, fotografia, educação, gastronomia, gestão, moda, saúde, marketing e muitos outros temas, é só encontrar aquilo que te interessa e seguir para uma prática com gente que entende do assunto.

Melhoram sua qualificação profissional

Não é só porque o curso não está dentro de catálogos nacionais de educação aprovados que eles não serão eficientes para a sua carreira. Aprender uma nova habilidade sempre será benéfico para você, até porque a prática, a cada dia que passa, se prova muito mais importante do que a teoria. Se você mostrar que sabe, não tem quem diga o contrário.

Normalmente são cursos rápidos

Fazer um curso profissional com um especialista pode ser muito mais rápido do que fazer uma pós-graduação, por exemplo, e ser tão efetivo quanto para a sua carreira. A maioria dos cursos oferecidos por essas escolas alternativas duram apenas alguns dias ou semanas de aprendizado intensivo e prático.

Custam menos

Talvez a melhor notícia de todas: você não precisa pagar tão caro. Existem diversas opções de cursos profissionais livres como alternativas acessíveis e de ótima qualidade por aí.

A Mastertech é um exemplo de startup de educação que foge dos moldes tradicionais e traz cursos profissionais com especialistas de diversas áreas para ensinar de forma prática. São cursos de tecnologia, design, marketing, negócios e tudo mais que você precisa saber para acelerar sua carreira no século 21. Para conhecer mais sobre eles, dá uma olhada no vídeo abaixo!

Se você quiser ampliar os seus conhecimentos e se tornar um profissional cada vez mais completo, a Mastertech em parceria com a Crowd oferece 10% de desconto em TODOS os seus cursos. Basta acessar o site da empresa, adicionar o produto no carrinho e inserir o código promocional: “crowd-10” para garantir o seu desconto.

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