Uma ideia não vale nada sem uma boa execução e muita resiliência

abril 15, 2019 in Blog, Empreendedorismo, Freelancer, marketing

Uma ideia é o começo de uma jornada, mas são as ações tomadas a partir dela que determinam o seu sucesso!

A seguir, vou discorrer mais sobre o assunto, pontuando sobre como o contexto e as ações dos empreendedores são fundamentais para que uma boa ideia realmente tenha valor.

Considere as suas limitações e o seu contexto antes de executar uma ideia

Toda ideia, boa ou ruim, precisa ser colocada no papel, planejada e depois posta em ação para provar o seu valor. Você quer um exemplo?

A Uber existe há mais de 10 anos e, quando começou, não era a grande startup que é hoje. Quando fundado, o aplicativo servia apenas para oferecer caronas no caminho do trabalho ou da faculdade para as pessoas que iam na mesma direção.

Depois transformou-se em um aplicativo premium para chamar carros blacks, no qual você poderia ter a experiência do motorista abrir a porta para você, utilizar carros mais chiques, servir água, disponibilizar balas, etc.

Talvez, no começo, os fundadores da Uber imaginassem chegar onde chegaram, mas o que realmente fez a diferença na trajetória foi a visão de sanar uma necessidade pontual, dentro da realidade e das possibilidades oferecidas em seu meio.

Quando você encontra uma ideia e acredita no seu sucesso, não basta apenas colocá-la no papel e executá-la, é necessário também analisar o contexto e planejar os próximos passos.

Tenha convicção daquilo que você pretende fazer, mas também esteja sempre pronto para agir e seguir diferentes caminhos conforme as demandas exigidas e oportunidades oferecidas pelo meio.

Mantenha a sua convicção, mas saiba quando adaptar seus planos

Dizem que, quando temos uma ideia e começamos a colocá-la em ação, sentimos uma grande motivação, principalmente quando as coisas começam dando certo.

Porém, é no momento que surgem as adversidades e a falta de motivação que precisamos de determinação para lembrar do valor de nossa ideia e o porquê de acreditarmos nela desde o princípio.

Quando apostamos em algo, precisamos entender que o conceito certamente passará por mudanças e que é necessário resiliência para aceitar as novas convicções – e, principalmente, contar com a ajuda de outras pessoas para alcançar o sucesso desejado.

O Spotify já tem mais de 10 anos de mercado. Como conseguiu atingir essa marca?

No início, era apenas uma plataforma P2P que permitia o download de músicas de outros usuários online.

Se hoje a startup virou uma das maiores redes de streaming do mundo, é porque seus planos e ações se adaptaram ao longo do tempo, compreendendo os novos anseios dos consumidores e as novas possibilidades que a tecnologia poderia agregar ao funcionamento do negócio.  

E o Airbnb, conhecem a história?

A empresa surgiu da necessidade de três amigos que precisavam pagar o aluguel do apartamento que moravam e não tinham dinheiro. Aproveitaram que na cidade teria uma conferência e os hotéis estavam lotados para disponibilizar espaços dentro do próprio apartamento para locação. Naquela mesma noite desenvolveram a primeira versão do site.

Streaming? Netflix?

Completando seus 20 anos em 2019, a Netflix surge em 1999 com um serviço de assinatura mensal que oferecia locação ilimitada de DVD’s. Conforme o cliente devolvia os discos, a empresa enviava outros.

Quase dez anos depois, em 2007, a Netflix lança seu serviço de streaming. Em 2013 começa sua produção de conteúdo original, chegando em 2016 com 75 milhões de assinantes.

Não fique parado

Além de todos os exemplos mencionados no artigo, ainda é possível citar dezenas de negócios que começaram debaixo e hoje são referência em sua área, como o iFood, Gympass, Crowd, entre muitos outros.

Claro que nem toda boa ideia é capaz de atingir o patamar de inovação dessas grandes empresas, mas sua capacidade de reconhecer o contexto, determinar ações e adaptá-las conforme o meio as tornam excelentes exemplos de como o conhecimento, o embasamento e, principalmente, a determinação são capazes de nos guiar rumo ao sucesso!

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Como montar uma máquina de vendas com o Marketing Digital?

abril 2, 2019 in Blog, Empreendedorismo, Freelancer, marketing

Quando abordamos a importância de bons trabalhos de divulgação para a venda de produtos ou serviços, nenhum tema é tão mencionado nos dias de hoje quanto o marketing digital.

Vivemos na era da informação e, cada vez mais, as interações que mantemos na internet se misturam e passam a efetivamente fazer parte de nossa rotina, seja pessoal ou profissional.

Nesse cenário, é natural que as marcas queiram se posicionar nos meios online para agregar mais relevância, mas esse tipo de trabalho exige boas estratégias e muito conhecimento!

A seguir, vou falar mais sobre o tema, abordando a visão que muitos têm do marketing digital e quais, de fato, precisam ser os seus verdadeiros focos.

Quais ideias sobre marketing digital precisam ser desmistificadas?

É normal que, com a popularização das plataformas online, cada vez mais empresas procurem por meios de divulgar as suas marcas na web, mas é preciso estar atento às peculiaridades de cada meio e estratégia de comunicação.

Muitos acreditam, por exemplo, que é possível estabelecer uma boa gestão de redes sociais sem o apoio de uma agência de marketing ou de um social media interno.

Essa percepção vem da suposta facilidade que esse tipo de tecnologia oferece aos usuários, que estão acostumados a fazer uso pessoal de suas ferramentas.

É preciso ter em mente, porém, que existem algoritmos específicos que comandam a relevância dos perfis comerciais e muitas outras questões que não geram os resultados adequados sem o devido conhecimento na área, como impulsionamentos, determinação de horários para postagens, interações, etc.

Além de prezar pelo profissionalismo em suas divulgações, também é importante se ater às práticas que realmente sejam alinhadas com o seu segmento e façam sentido em relação aos objetivos do seu negócio.

Quando um novo termo está em alta, como é o caso do Inbound Marketing, por exemplo, é comum que muitos empreendedores logo queiram migrar as suas estratégias para a técnica “do momento”, mas um bom planejamento precisa avaliar, antes de mais nada, se essa seria realmente uma boa escolha.

Ainda no caso do Inbound, com qual tipo de conteúdo sua empresa se posicionaria na web? Que tipo de solução o seu público buscaria? Qual o perfil provável de leads que seria capturado com o seu discurso? É possível orientá-los ao comportamento desejado de compra?

Aqui, dei apenas o exemplo das redes sociais de do marketing de conteúdo, mas seria possível citar inúmeras outras situações, pois todas exigem uma análise direcionada para que seja estabelecido um planejamento realmente efetivo!

Como determinar os focos de uma boa campanha?

Conforme eu abordei em um de meus artigos anteriores sobre Inbound, para garantir relevância no cenário online, que é extremamente competitivo em termos de atenção, é preciso antes oferecer exatamente o conteúdo que o público deseja consumir.

Um bom site, que geralmente é o primeiro passo para uma estratégia de marketing digital, tradicionalmente é visto como um simples catálogo comercial online, mas a visão sobre as ferramentas disponíveis precisa ir além!

Através do website, é possível alimentar um blog com conteúdo otimizado, por exemplo, para que as informações compartilhadas possam aparecer com mais facilidade no Google.

Ao oferecer as soluções para as dores dos potenciais consumidores, sua marca não será apenas melhor percebida, mas também terá a possibilidade de recolher leads.

Ao mesmo tempo, as redes sociais podem ajudar a retroalimentar o blog e ainda fortalecer a interação com os usuários, através de respostas personalizadas ou ações pontuais de interação.

Quanto mais próximas as pessoas se sentirem de sua empresa, mais efetiva será a sua estratégia.

Um bom exemplo é a criação de vídeos com depoimentos de clientes, que servem para criar empatia com outros consumidores, demonstrar algumas funções ou utilidades do produto em questão e ainda validar a satisfação prometida pela marca.  

É claro que esse exemplo geral que acabei de descrever não se trata de uma regra e que as estratégias podem variar muito de acordo com o perfil de cada negócio, mas ele serve para demonstrar como os objetivos devem estar claros e as mídias devem ser mutuamente retroalimentadas.

Como transformar o público-alvo em consumidores?

Para que as mídias e as estratégias que mencionei brevemente no item anterior realmente façam sentido e induzam o público-alvo para o comportamento de compra, os esforços de marketing digital devem estabelecer uma relação natural e progressiva com cada indivíduo!

Compreender as etapas do funil de vendas e suas respectivas estratégias é fundamental para isso, em que internautas situados no topo do funil, ou seja, menos familiarizados com o seu segmento, tenham acesso a informações úteis e atraentes sobre as suas soluções, para que sejam guiados até temas mais específicos e direcionados às suas fendas, nas fases do meio e do fundo do funil.

Vamos supor, por exemplo, que você queira lançar um software para gestão de empresas!

No topo do funil, você deve produzir textos, posts, vídeos, entre outros conteúdos de fácil acesso para demonstrar a importância desse tipo de ferramenta e como ela pode trazer mais lucro para as empresas.

Já no meio do funil, é hora de partir do pressuposto que o público qualificado já tem conhecimento sobre o assunto que você aborda e passar a aprofundá-lo.

Além de trabalhar com as mídias citadas anteriormente, nessa fase é importante qualificar o público para uma segmentação ainda mais assertiva. Sendo assim, após um blogpost, por exemplo, você pode fornecer um material rico como um ebook. O pressuposto do internauta seria um cadastro, que lhe possibilitará obter informações completas para o seu time de vendas.

No fundo do funil, você já sabe tudo sobre as pessoas para quem deseja vender e pode trabalhar com mídias mais específicas! Oferecer um contato direto com o time de vendas, compartilhar vídeos com depoimentos de clientes satisfeitos ou ainda lançar guias para soluções de problemas são excelentes exemplos para essa fase.

Ao procurar por uma agência de marketing, certifique-se de que o perfil do seu público será devidamente avaliado e traçado, que o comportamento esperado para esse público seja claro e que as ações estipuladas para essa finalidade estejam bem embasadas de acordo com as suas características e os seus objetivos!

E você, já divulga a sua marca online? Ficou com alguma dúvida sobre o tema ou tem alguma experiência que deseja compartilhar conosco? Então deixe o seu comentário.

Veja como o uso frequente de serviços como Uber, Netflix, Spotify, WhatsApp vem tornando todos mais ansiosos!

março 29, 2019 in Bem-estar, Blog, Empreendedorismo, Freelancer, marketing

Nós estamos vivendo a era do imediatismo.

Por mais que as facilidades e o dinamismo da vida moderna possam nos agregar uma série de benefícios cotidianos que eram inimagináveis até alguns anos atrás, também existem outros pontos importantes que não podem ser ignorados.

Um desses pontos é a ansiedade, considerada por muitos especialistas como o mal desse século! Será?

Segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde, realizado em 2018, o Brasil é líder entre os países que mais manifestam o problema, que já compromete a saúde de quase 10% de toda a população.

Serviços como o Rappi, Netflix, Spotify, Whatsapp, Uber entre muitos outros, de fato, conseguem entregar aquilo o que queremos no momento que mais desejamos. Esses serviços são utilizados com alta frequência e isso deixa o usuário mal acostumado. O que isso significa? O serviço que for mais rápido  será o escolhido.

A seguir, vou falar um pouco mais sobre como a ansiedade afeta tanto os consumidores quanto os empreendedores. Além dos meios que podem ser utilizados para se adaptar a essa realidade e ainda gerar oportunidades!

Quais as características do imediatismo moderno?

Comece esse raciocínio observando o número de emails da sua caixa de entrada. Ele deve estar diminuindo. Em contrapartida, a quantidade de mensagens no seu WhatsApp está aumentando. Isso acontece graças a necessidade das pessoas de fazerem duas coisas ao mesmo tempo. Quando alguém está ocupado com alguma atividade, é normal recorrer ao áudio do WhatsApp, por exemplo, para fazer duas coisas simultaneamente e otimizar seu tempo.

Se antes você comprava em um site de supermercado e tinha que esperar dias até que sua compra fosse entregue, hoje você pode pedir para um Rappi buscar os produtos selecionados e, dentro de horas, a mercadoria está em sua casa.

A animação de chegar em casa e ver que o filme que você tanto quer assistir está prestes a ir ao ar, abriu espaço para os serviços de streaming que permitem que você veja filmes e séries na hora que quiser. Sem contar as operadoras de televisão, que hoje entregam serviços de reprise de filmes já em exibição nos canais, catálogo para compra e agendamento de gravação do seu programa preferido.

As empresas do século XXI vêm alterando radicalmente o comportamento dos consumidores e isso afeta todas empresas criadas anteriormente de modo que elas são forçadas a se adequarem ao novo comportamento, a fim de se manterem vivas.

Ao mesmo tempo, essa ansiedade também afeta quem empreende pois, como você já deve ter ouvido falar, empreender exige consistência e longo prazo. Eu vejo muitas pessoas abrindo mão da vida corporativa para empreender, mas sem ter paciência o suficiente para esperar o tempo necessário até que as coisas aconteçam. Isso se dá por conta do imediatismo: se em um ano a empresa não decolar e apresentar ótimos resultados, o empreendedor já se convence de que a ideia não era tão boa assim.

Não há dúvidas de que vivemos em tempos de urgência e essas mudanças podem afetar a ansiedade. Caso você pense em empreender ou já tenha seu negócio, é importante entender esse novo comportamento do consumidor para entregar um serviço ou produto relevante a esse novo cenário.

Tenha disciplina, paciência e consistência a longo prazo para gerir a sua empresa

É fato que, por conta da comodidade oferecida, serviços cada vez mais revolucionários vão surgir e, em pouco tempo, a realidade dos produtos e serviços como os conhecemos será revolucionada novamente.

Enquanto consumidor, o mercado se molda cada vez mais dentro do aspecto imediatista e não podemos julgar como algo ruim. Afinal, otimização de tempo é um objetivo que todos almejam. Quando antes ouvíamos “meu dia precisa de mais 24 horas para fazer tudo”, hoje podemos dizer que precisamos apenas de mais agilidade nos serviços.

Os empreendedores, por sua vez, devem compreender e se adequar ao mercado. O futuro que antes acreditávamos estar longe, na verdade chega cada vez mais rápido. Investir em tecnologia, inovação e no que os consumidores querem é o segredo para você adequar, moldar ou criar uma empresa próspera.

E você, gostou de mais esse texto? Tem alguma observação para contribuir com a nossa discussão? Então deixe o seu comentário e não perca o conteúdo da próxima semana.

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