Assim como os conceitos de acessibilidade e usabilidade, a Arquitetura da Informação não nasceu no mundo digital. Por outro lado, sabe-se que é nele que a sua aplicação ganha mais força entre designers e desenvolvedores!

Plataformas e aplicativos que usamos todos os dias contam com a influência da Arquitetura da Informação, nos ajudando a entender o que nos rodeia e a nos levar ao encontro daquilo que procuramos. 

A forte influência na experiência dos usuários, por isso, a seguir, vamos entender, como ela funciona na prática.

O que é Arquitetura da Informação ou UX?

De forma direta, Arquitetura da Informação é a ação de organizar as diferentes partes de um sistema para que este seja compreensível ao usuário.

Quer um exemplo? Quando projetamos um website, entramos em um processo de decisões: quais os pontos principais, onde eles devem estar, como devem se conectar entre si, etc.

Esse é um estágio muito importante, pois nós, humanos, apenas entendemos as coisas quando há uma relação entre elas. É justamente esse o papel da Arquitetura da Informação.

No processo de design da experiência do usuário (UX), o projetista deve sempre considerar, principalmente, a forma como o produto entrega o seu principal valor: o conteúdo.

Por conta disso, alguns aspectos “invisíveis” aos usuários operam no subtexto das interfaces que ele utiliza. Esses aspectos estão presentes, justamente, no planejamento da Arquitetura da Informação.

Como a experiência do usuário (UX) se caracteriza?

Termo muito popular hoje em dia, a experiência do usuário (UX) é muito valorizada por pessoas e empresas que se interessam pela ideia de trabalhar com produtos e serviços digitais.

A UX determina as sensações que um usuário tem ao experimentar um produto, serviço ou sistema. Para isso, equilibra-se aspectos práticos, significativos, experienciais e valores de interação.

Considere o seguinte exemplo: quando você pede um Uber ou outro carro em um aplicativo de caronas remuneradas, basta fazer a sua escolha, apertar um botão e esperar o carro chegar, certo? 

Agora imagine todo o processo de arquitetura de informação por trás dessas funções, que ocorrem para garantir a comodidade dos consumidores!

Isso inclui desde um sistema que identifica o raio próximo de distância do seu dispositivo e notifica vários motoristas interessados, até a interface dos profissionais que podem aceitar a corrida e conferir o endereço dela.

A experiência positiva é fruto de um desenvolvimento que levou em conta todas as necessidades e preocupações do usuário, para que um sistema operacional eficiente seja capaz de saná-las de maneira sempre prática e intuitiva. 

É preciso considerar a experiência do usuário, antecipando todos os pontos relevantes do seu comportamento durante o processo de AI.

Qual a relação entre Arquitetura da Informação e UX?

Mas afinal, em que pontos a Arquitetura da Informação influencia a experiência do cliente? Destacamos algumas esferas principais para sempre estar atento:

  1. Estratégia: o que esperamos do produto, seja ele um website, aplicativo, plataforma, entre outros. O que os usuários desejam deles.
  2. Escopo: diz respeito aos requisitos e especificações de funções e qualidades que o produto deve possuir, assim como a melhor condução do projeto.
  3. Estrutura: a organização em si, compreendendo os pontos menos e mais importantes a serem encontrados pelo usuário e como encaixá-los nas capacidades do produto.
  4. Superfície: a interface final, que o usuário terá diante de si. É onde ele vai, de fato, interagir.
  5. Esqueleto: a organização dos elementos desenhados que constroem a interface e seus componentes. Aqui, é preciso levar em conta os componentes mais adequados para habilitar funcionalidades e exibir informações ao usuário.

Esses são alguns pontos que mostram como a UX está diretamente ligada ao planejamento da Arquitetura da Informação.

Para que você compreenda essa relação com ainda mais clareza, faça uma analogia com a construção de uma casa: enquanto um arquiteto faz a planta do projeto, pensando em todos os espaços e seus fluxos, um designer fica responsável pela visualização em 3D e aparências para os clientes, enquanto os engenheiros lidam com a construção.

No mundo digital, o arquiteto da informação planeja as funções, depois o designer cria a aparência e os layouts do projeto para que, por fim, os desenvolvedores possam construí-lo! 

Você já conhecia os detalhes e as diferenças entre UX e a arquitetura da informação? Quer conhecer ainda mais conceitos importantes como esse? Então continue acompanhando o nosso conteúdo! E não se esqueça de contar com a Crowd para o seu projeto de UX.